A maior agência de notícias do mundo. O seu sofá. Jornalismo participativo. Produzido por cidadãos sem formação jornalística, em colaboração com jornalistas profissionais.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Belo exemplo de austeridade, sim senhor...
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, recebe todos os meses cerca de 1400 euros por subsídio de alojamento apesar de ter um apartamento seu na área de Lisboa onde reside durante toda a semana. A assessoria de imprensa do Ministério da Administração Interna (MAI) afirma que o subsídio é legal, uma vez que o governante tem a sua residência permanente em Braga.
A prática é legal, apesar de ser polémica e já ter sido suscitado dúvidas ao longo dos tempos, havendo um parecer do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República de 1990 que se debruça sobre o que significa, afinal, ter “residência permanente”. O parecer conclui que Lisboa é, no caso dos titulares de cargos de Governo que não viviam na capital, “uma residência ocasional”, sendo a residência permanente “o local da residência habitual, estável e duradoura de qualquer pessoa, ou seja a casa em que a mesma vive com estabilidade e em que tem instalada e organizada a sua economia doméstica, envolvendo, assim, necessariamente, fixidez e continuidade”. A capital é, segundo o parecer, “apenas onde exercem funções governativas, que por natureza são temporárias em sociedades democráticas”. O parecer conclui ainda que ter casa própria na capital não é impedimento para recepção deste subsídio.
O diploma que fixa o subsídio é já de 1980 e justifica a concessão “com os encargos que resultam para os interessados, agravados pela rarefação de habitações passíveis de arrendamento na cidade”. O despacho de Setembro fixa o valor atribuído no “montante de 75% do valor das ajudas de custo estabelecidas para as remunerações base superiores ao nível remuneratório 18”, que estão definidas em 62,75 euros diários. Feitas as contas, este valor cifra-se em cerca de 1400 euros mensais.
O subsídio de alojamento foi também atribuído ao ministro da Defesa, Aguiar-Branco, a Juvenal Peneda (adjunto do ministro da Administração Interna), aos secretários de Estado Paulo Júlio, Cecília Meireles, Daniel Campelo e Marco António Costa e à subsecretária de Estado adjunta Vânia Barros, que dão moradas na região Norte e Centro. Segundo o jornalSol, no anterior Executivo o apoio era dado a 13 governantes e entre estes também havia três secretários de Estado com casa própria em Lisboa.
Lusa
Etiquetas:
cargos de Governo,
governantes,
Miguel Macedo,
Pedro Passos Coelho
A incompetência técnica de Cavaco
Para não falar da total falta de senso do Presidente da República nas afirmações que fez e na forma e local em que o fez, falemos do aspeto técnico. Se, como sugere o economista Cavaco, fossem cortados os subsídios de férias e natal também aos privados, o resultados em matéria de receita fiscal seria desastroso. Se na função pública esse corte representa uma enorme poupança, no privado resultaria apenas numa enorme perda fiscal em sede de IRS e Segurança Social. Não apenas não haveria receita de dois dos vencimentos anuais, como esse facto faria baixar em muitos casos o escalão de IRS e uma devolução bem superior. Aquilo que seria aparentemente "um sacrifício distribuído por todos", tornar-se-ía numa catástrofe fiscal e numa contração ainda maior da economia. A consequência seria, certamente, o despedimento de milhares de pessoas da função pública, já. Além da forma irresponsável como o fez, a intevenção de Cavaco é tão mais estranha quanto este deveria saber, como economista, que o caminho que propõe implicitamente é impossível e irresponsável.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Saiba quanto é que a RTP paga aos comentadores políticos
A RTP paga a 49 figuras públicas para comentarem nos canais do Estado. Os protagonistas são alguns dos mais conhecidos políticos da praça portuguesa. Em muitos casos, os políticos chegam a receber 600 euros por semana.
Como refere o Correio da Manhã, Rui Rangel, Moita Flores, Joana Amaral Dias e Carvalho são alguns desses exemplos.
Ao que refere o jornal citando o ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, “o governo deu indicações concretas ao Conselho de Administração da RTP e da RDP para eliminar de imediato as avenças aos titulares de cargos públicos, sejam deputados, juízes, parceiros sociais ou gestores de empresas públicas”.
Relvas acrescenta que: “A RTP e a RDP não podem ficar à margem do esforço financeiro que está a ser exigido a todos os portugueses neste momento de mergência nacional”, pelo que reconhece que “terá de haver uma profunda alteração”.
Miguel Relvas já terá informado o presidente da RTP, Guilherme Costa, da intenção do governo de acabar com as avenças.
A emissão segue dentro de momentos...
Jornalistas de Sofá
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Se Portugal chegar a ser a Grécia, Cavaco Silva terá sido o mais culpado de todos os portugueses
Confesso que foi envergonhadamente que não votei nas duas últimas eleições presidenciais. Hoje, Cavaco Silva deu razão ao meu abstencionismo. Cavaco Silva ligou o rastilho do endividamento quando era Primeiro-Ministro (bem sei que os tempos eram outros); perdeu o controlo à máquina que criou no segundo mandato; não se candidatou ao terceiro, deixando o país entregue à irresponsabilidade socialista de Guterres de quem disse muito mal; regressou como Presidente da República para ser o grande cúmplice de Sócrates, a quem, em nome de uma convivência estratégica, patrocinou a atrocidade do défice e da dívida pública e, agora, quando o país tenta escapar ao colapso, aparece como “cangalheiro” da solução que o país, apesar de tudo, parece aceitar razoavelmente. Agora sou eu que digo: Portugal não é a Grécia, mas se um dia for a Grécia, Cavaco será o mais culpado de todos nós. Afinal, nas três últimas décadas, Cavaco Silva é de longe o cidadão que mais tempo ocupou os dois cargos mais influentes do Estado, foi o que teve mais poder e, no caso concreto da dívida externa, ele acendeu o rastilho, ajudou Sócrates a juntar lenha e acaba de deitar a gasolina que nos há-de queimar. E que venha alguém dizer-me se estou errado, a mim que sou social-democrata convicto.
www.facebook.com/nunonsantos
www.facebook.com/nunonsantos
Etiquetas:
Cavaco Silva
Quiçá...
A capacidade de fazer merda mantém-se inalterada. Quiçá, mais concentrada.
Jornalistas de Sofá
http://www.facebook.com/jornalistasdesofa
Etiquetas:
Humor,
José Sócrates,
Pedro Passos Coelho,
Política,
PS,
PSD
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Pensões vitalícias de ex-políticos poupadas a cortes
As reformas vitalícias dos ex-políticos não sofrem qualquer redução. Mas porque será que, ao menos agora, não podemos contar com um governo com vergonha na cara?
Os antigos titulares de cargos políticos vão escapar ao esforço adicional de austeridade que será exigido aos funcionários públicos e pensionistas que ganhem mais de mil euros.
Segundo o Orçamento do Estado para 2012, estas pensões serão apenas tributadas em sede de IRS.
Etiquetas:
ex-políticos,
Governo,
Humor,
Jornalistas de Sofá,
Partidos Políticos,
Pensões vitalícias,
Política
As contas de merceeiro que Sócrates não soube (ou não quis) fazer
Há momentos em que a simplificação é importante. Aliás, dá-me ideia que durante anos andámos a ser governados por tipos que nem contas de merceeiro sabiam fazer.
Vejamos as contas do País agora apresentadas no OE 2012:
O Estado arrecadará 72 Mil Milhões de Euros em impostos (já com a subida do IVA).
Gastará em prestações sociais 35,6 Mil Milhões.
Gastará em vencimentos dos Funcionários Públicos 19 Mil Milhões.
Ou seja, já só nos restam 15 Mil Milhões de Euros.
Desses, 8,8 Mil Milhões serão para pagar juros (apenas juros, atenção)
Sobram, por isso, menos de 7 Mil Milhões de Euros, o que já não chega para pagar despesa corrente do Estado.
Chegámos aqui, sem fazer investimento algum e já não temos dinheiro.
Fazer estas contas e imaginarmos que esse irresponsável chamado Sócrates e o não menos inimputável Teixeira dos Santos (e todos os outros que os deixámos, incluindo eu) ainda queriam continuar na loucura da construção absurda de auto-estradas onde não passam carros, aeroportos onde não aterram aviões e fichas para carros elétricos sendo que estes não existem… é pensarmos que estivemos entregues a verdadeiros assassinos do Estado Social.
A defesa do Estado Social, faliu-o e, neste momento, não interessa sequer pensarmos em cortar em 1/3 daquilo que é a despesa total do Estado enquanto não se mudar o paradigma do Estado Social. Prestações sociais mais salários são dois terços da despesa total. Se não cortarmos aí nos próximos anos de forma substantiva e “ideológica”, mudando alguns paradigmas constitucionais, não nos resta senão sermos um país indigente e definhante.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
O orçamento do tudo ou nada é revelado hoje
Decidido a cumprir a todo o custo as exigências de redução rápida do défice feitas pela troika, Passos Coelho apresenta hoje uma proposta de Orçamento do Estado cuja execução será decisiva.
Etiquetas:
BCE,
Humor,
Orçamento de Estado,
PASSOS COELHO,
Troika,
Vítor Gaspar
domingo, 16 de outubro de 2011
Ocultação de dívida não foi exclusivo de Jardim
Propositadamente coibi-me de tecer comentários à ocultação de dívida que, ao que parece, a Madeira andou a fazer durante os últimos anos. Não o fiz, porque se o fizesse antes das eleições isso poderia ser lido como um branqueamento de um comportamento que condeno e acho, tal e qual o Ministro das Finanças, inaceitável. Contudo, a diabolização que se fez de Alberto João Jardim, fazendo sentido, carece de um equilíbrio que não houve. Dois pontos: o primeiro é se Alberto João Jardim ocultou sozinho a contração de mais de mil milhões de euros de dívida. Evidentemente, isso não poderá ter acontecido. Com ele, não apenas responsáveis políticos mas também técnicos foram coniventes se não impulsionadores. E também a regulação e os procedimentos orçamentais. Se virmos bem, Tribunal de Contas e o Governo PS foram se não corresponsáveis pelo menos negligentes na forma como acompanharam as contas da Madeira. E o Parlamento foi omisso, ao não legislar de forma competente para que fossem criados mecanismos e obrigações de report que não existiam legalmente.
O outro ponto que me parece importante – talvez mais importante – tem a ver com uma frase de Pedro Passos Coelho na passada sexta-feira no Parlamento. Disse o Primeiro-Ministro sobre a execução orçamental do primeiro semestre qualquer coisa como: “se é condenável aquilo que se passou na Madeira, temos que considerar igualmente grave o que se passou no Continente”. O coro de protestos que vinha da bancada socialista, procurava mostrar as diferenças, por não ter havido formal e tecnicamente, uma ocultação como a da Madeira mas apenas, o que chamam, “um desvio”.
A reflexão que deixo é se isso é importante. Ou seja, não terão andando sucessivos Governos (mas em especial o de Sócrates) em permanente ocultação de dívida? Se não formalmente e tão “técnica” como a da Madeira, a ocultação da dívida e da real situação das contas do País por parte dos Governos de Sócrates foi absolutamente evidente. Algum português tinha a noção de que em seis anos, Portugal estava a passar de um endividamento externo de 80 mil milhões de euros (depois de centenas de anos de contração de dívida) para 170 mil milhões? Houve um único português comum que se tenha apercebido da duplicação da nossa dívida externa e das consequências absolutamente desastrosas que isso iria provocar no nosso nível de vida? Quantos portugueses tinham consciência que os “Magalhães” de Sócrates, as obras nas escolas, as auto-estradas paralelas umas às outras, os estudos para a construção de aeroportos que nunca se farão, as obras que chegaram a ser feitas para TGV’s que não podíamos ter, os programas de “formação profissional” sumptuosos (como os mil milhões de euros que Sócrates num dia deu há indústria automóvel) sem qualquer efeito reprodutivo ou prático, etc, etc, etc… iriam obrigar a que hoje os funcionários públicos tivessem que recuar 30 anos em regalias e rendimento?
Quantos portugueses tiveram consciência que o “investimento público, como motor da economia” que Sócrates anunciava era feito às custas da mais absoluta irresponsabilidade na contração permanente de dívida externa, até ao limite do absurdo, como chegou a ser do próprio fundo da segurança social portuguesa comprar dívida externa portuguesa ou de obrigar os bancos nacionais a ir aos mercados comprar os títulos do tesouro que mais ninguém queria?
A questão da ocultação da dívida tem sido, portanto, comum a todos os Governos, mas em especial ao de Sócrates, uma vez que os anteriores parecem ter sido, apesar de tudo, mais razoáveis nesse recurso do que o do engenheiro. A sua política de curto prazo e de investimento irresponsável, consistia numa analogia a uma economia familiar, em levantar em cash-advance todo o plafond dos cartões de crédito, para pagar obras de arte que colocava nas paredes, dizendo-nos que isso iria fazer com que o rendimento bruto familiar iria ser suficiente para pagar a dívida, abater os cartões e ainda viver melhor do que todos os vizinhos.
E claro que, tal como na Madeira, a culpa não tem apenas um pai. Ao lado da irresponsabilidade de Sócrates teremos que somar a do Tribunal de Contas, a do Banco de Portugal, a dos empresários que ajudaram Sócrates a fazer o cach-advance, a da Assembleia da República que não legislou, a do Presente da República que não foi o garante do regular funcionamento das Instituições e a da cambada de co-autores que estiveram com Sócrates no Governo, em especial, o co-autor Teixeira dos Santos.
Há tantas Leis que têm mudado e tantos direitos adquiridos a morrer todos os dias às mãos de um Governo que parece querer ser verdadeiro, que apenas não entendo como é possível que o único direito adquirido que não pode ser alterado, é o de Sócrates se pirar para Paris e não ser possível sentá-lo no banco dos réus e julga-lo pelo que fez ao País e pela forma como o escondeu dívida até ao limite do impossível.
Se acredito que Passos Coelho vai salvar o país? Duvido que seja possível. Mas sinceramente, gosto de ouvir a verdade, pela primeira vez em mais de 35 anos de democracia.
O outro ponto que me parece importante – talvez mais importante – tem a ver com uma frase de Pedro Passos Coelho na passada sexta-feira no Parlamento. Disse o Primeiro-Ministro sobre a execução orçamental do primeiro semestre qualquer coisa como: “se é condenável aquilo que se passou na Madeira, temos que considerar igualmente grave o que se passou no Continente”. O coro de protestos que vinha da bancada socialista, procurava mostrar as diferenças, por não ter havido formal e tecnicamente, uma ocultação como a da Madeira mas apenas, o que chamam, “um desvio”.
A reflexão que deixo é se isso é importante. Ou seja, não terão andando sucessivos Governos (mas em especial o de Sócrates) em permanente ocultação de dívida? Se não formalmente e tão “técnica” como a da Madeira, a ocultação da dívida e da real situação das contas do País por parte dos Governos de Sócrates foi absolutamente evidente. Algum português tinha a noção de que em seis anos, Portugal estava a passar de um endividamento externo de 80 mil milhões de euros (depois de centenas de anos de contração de dívida) para 170 mil milhões? Houve um único português comum que se tenha apercebido da duplicação da nossa dívida externa e das consequências absolutamente desastrosas que isso iria provocar no nosso nível de vida? Quantos portugueses tinham consciência que os “Magalhães” de Sócrates, as obras nas escolas, as auto-estradas paralelas umas às outras, os estudos para a construção de aeroportos que nunca se farão, as obras que chegaram a ser feitas para TGV’s que não podíamos ter, os programas de “formação profissional” sumptuosos (como os mil milhões de euros que Sócrates num dia deu há indústria automóvel) sem qualquer efeito reprodutivo ou prático, etc, etc, etc… iriam obrigar a que hoje os funcionários públicos tivessem que recuar 30 anos em regalias e rendimento?
Quantos portugueses tiveram consciência que o “investimento público, como motor da economia” que Sócrates anunciava era feito às custas da mais absoluta irresponsabilidade na contração permanente de dívida externa, até ao limite do absurdo, como chegou a ser do próprio fundo da segurança social portuguesa comprar dívida externa portuguesa ou de obrigar os bancos nacionais a ir aos mercados comprar os títulos do tesouro que mais ninguém queria?
A questão da ocultação da dívida tem sido, portanto, comum a todos os Governos, mas em especial ao de Sócrates, uma vez que os anteriores parecem ter sido, apesar de tudo, mais razoáveis nesse recurso do que o do engenheiro. A sua política de curto prazo e de investimento irresponsável, consistia numa analogia a uma economia familiar, em levantar em cash-advance todo o plafond dos cartões de crédito, para pagar obras de arte que colocava nas paredes, dizendo-nos que isso iria fazer com que o rendimento bruto familiar iria ser suficiente para pagar a dívida, abater os cartões e ainda viver melhor do que todos os vizinhos.
E claro que, tal como na Madeira, a culpa não tem apenas um pai. Ao lado da irresponsabilidade de Sócrates teremos que somar a do Tribunal de Contas, a do Banco de Portugal, a dos empresários que ajudaram Sócrates a fazer o cach-advance, a da Assembleia da República que não legislou, a do Presente da República que não foi o garante do regular funcionamento das Instituições e a da cambada de co-autores que estiveram com Sócrates no Governo, em especial, o co-autor Teixeira dos Santos.
Há tantas Leis que têm mudado e tantos direitos adquiridos a morrer todos os dias às mãos de um Governo que parece querer ser verdadeiro, que apenas não entendo como é possível que o único direito adquirido que não pode ser alterado, é o de Sócrates se pirar para Paris e não ser possível sentá-lo no banco dos réus e julga-lo pelo que fez ao País e pela forma como o escondeu dívida até ao limite do impossível.
Se acredito que Passos Coelho vai salvar o país? Duvido que seja possível. Mas sinceramente, gosto de ouvir a verdade, pela primeira vez em mais de 35 anos de democracia.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
A classe política matou a política.
A classe política matou a política. E pode bem dar-se o caso, neste contexto, de a crítica à classe política ser aquilo que de mais político se tem feito ouvir na sociedade actual. Na realidade, que gesto pode ser mais político que o de quebrar a divisão da espécie humana entre quem pertence e quem não pertence à classe política?
Etiquetas:
classe política,
Humor,
Política,
Portugal
sábado, 8 de outubro de 2011
Candidata simula striptease para conquistar eleitorado
Katarzyna Lenart, de 23 anos, candidata às eleições parlamentares deste domingo na Polónia pelo partido SLD (Aliança da Esquerda Democrática), colocou um vídeo no YouTube onde simula um striptease.
Quer mais? Vote SLD.
Etiquetas:
Jornalistas de Sofá,
Katarzyna Lenart,
partido SLD,
Política,
SLD,
striptease
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Steve'sse cura...
Etiquetas:
apple,
campuscartoons,
cancro,
ipad,
iphone,
mac,
ricardo campus,
Steve Jobs
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Cem dias de Governo e o choque com a realidade
Ao fim de cem dias, o Governo está a dar os primeiros sinais de que o confronto com a realidade que o país enfrenta está a ser ainda mais difícil do que aquilo que se poderia antever no início do mandado. E são três as grandes "novidades" descobertas e já assumidas pelo executivo: os cortes na despesa não são fáceis de realizar e produzem resultados lentos na redução do défice, a economia pode vir a recuar ainda mais do que estava previsto e os mercados podem continuar fechados a Portugal para além de 2013, forçando o país a ter de recorrer a uma nova ajuda dos seus parceiros europeus.
Jornalistas de Sofá /Jornalismo Cidadão
Etiquetas:
Crise financeira,
Economia,
Governo,
Humor,
Política,
Portugal,
PSD/CDS-PP
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Dívidas públicas na Madeira
O procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, anunciou hoje que mandou abrir um inquérito-crime para investigar o caso da ocultação de dívidas públicas na Madeira.
Fernando Pinto Monteiro acrescentou que tomou a decisão depois de se ter reunido na terça-feira com o procurador junto do Tribunal de Contas.
O juiz conselheiro disse ainda que o inquérito vai decorrer no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), que investiga os casos de maior complexidade.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Panaceia para portistas.
Panaceia para portistas. Em casos muito graves, esmagar e aspirar com uma palhinha directo à narina.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










