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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Steve'sse cura...
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Cem dias de Governo e o choque com a realidade
Ao fim de cem dias, o Governo está a dar os primeiros sinais de que o confronto com a realidade que o país enfrenta está a ser ainda mais difícil do que aquilo que se poderia antever no início do mandado. E são três as grandes "novidades" descobertas e já assumidas pelo executivo: os cortes na despesa não são fáceis de realizar e produzem resultados lentos na redução do défice, a economia pode vir a recuar ainda mais do que estava previsto e os mercados podem continuar fechados a Portugal para além de 2013, forçando o país a ter de recorrer a uma nova ajuda dos seus parceiros europeus.
Jornalistas de Sofá /Jornalismo Cidadão
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Dívidas públicas na Madeira
O procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, anunciou hoje que mandou abrir um inquérito-crime para investigar o caso da ocultação de dívidas públicas na Madeira.
Fernando Pinto Monteiro acrescentou que tomou a decisão depois de se ter reunido na terça-feira com o procurador junto do Tribunal de Contas.
O juiz conselheiro disse ainda que o inquérito vai decorrer no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), que investiga os casos de maior complexidade.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Panaceia para portistas.
Panaceia para portistas. Em casos muito graves, esmagar e aspirar com uma palhinha directo à narina.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Super-polícia passa para a dependência directa de Passos Coelho
Antero Luís, o chamado super-polícia e formalmente designado secretário-geral de Segurança Interna, vai passar a estar na dependência directa do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho.
Gabinete junta “super-polícia” e chefe das “secretas”
De acordo com o MAI, esta mudança de tutela é uma “questão estratégica” do Governo e não vai gerar poupança para o Governo, uma vez que o serviço é apenas transferido. O Gabinete Coordenador de Segurança, que é “o órgão especializado de assessoria e consulta para a coordenação técnica e operacional da actividade das forças e dos serviços de segurança”, tem apenas dois dirigentes de primeiro grau, e os seus ordenados ascendem a cerca de 8.500 euros.
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Buracos no Jardim
O défice público nacional deste ano vai sofrer um desvio por causa da Madeira, não de 277 milhões de euros como disse a Troika a 12 de Agosto mas sim de 500 milhões, revelou fonte oficial da Comissão Europeia.
Os prejuízos de uma empresa que construía estradas foram parar às contas do Estado. Por causa disso, o défice nacional pode passar a barreira dos 6% em vez de ficar nos 5,9% previstos.
Jornalistas de Sofá
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Não viemos cá para ver o Barça jogar
Vítor Pereira garante que o FC Porto tem argumentos para derrotar "a melhor equipa" que já viu jogar e ganhar o troféu.
O treinador do FC Porto reconhece o valor especial da equipa que amanhã vai defrontar na Supertaça Europeia, no Monaco, mas não entrega o troféu ao Barcelona. "Não tenho qualquer problema em reconhecer que é provavelmente a melhor equipa que vi jogar na minha vida", admitiu Vítor Pereira, realçando no entanto ao longo de toda a conferência de imprensa que os dragões vêm para esta final convencidos que podem ganhar a essa melhor equipa de sempre. "Estamos cá por mérito próprio, em sequência de uma época brilhante. E estamos cá reconhecendo no Barcelona uma grande equipa, um grande clube, um grande treinador. Mas não viemos cá para vê-los jogar, viemos cá para vencer este jogo e preparámo-nos para amanhã sermos capazes de dar uma resposta à altura deste jogo", garantiu, deixando o favoritismo "em aberto" para esta final.
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Como apanhar Kadafi
Sabem qual é a melhor forma de apanhar Muammar Kadhafi ?
Digam que o Benfica está interessado nele, que o Porto vai buscá-lo!
Procuramos gente positiva e feliz
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sábado, 20 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Esperança e Indignação
Esperança e Indignação
Não estaríamos aqui se os nossos antepassados não tivessem esperança no futuro, não nos levantaríamos de manhã se não pensássemos que os problemas podem resolver-se.
Ter esperança é uma característica humana, mas também a indignação. Não podemos cruzar os braços à espera de que quem nos governa.
Obrigado por nos ajudar a mudar o Mundo!
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Brincar com os fósforos
Adiar o mercado de eurobonds é correr o risco de incendiar a casa. E os dirigentes europeus não podem continuar a brincar com os fósforos.
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domingo, 14 de agosto de 2011
Apenas "Villas"
O ex-técnico do FC Porto vai ter que procurar melhor sorte na próxima jornada (2.ª) quando receber em Stamford Bridge o West Brom.
O Chelsea não fez melhor que os rivais Arsenal e Liverpool na ronda inaugural da Liga inglesa e "apenas" alcançou o empate.
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sábado, 13 de agosto de 2011
Turismo "Luso" ou um passeio pela baixa de Lisboa
Já uma vez escrevi sobre o nosso “jeito” para o turismo, a propósito dos barcos que em Vila Nova de Gaia se interpõem entre o turista que utiliza o Cais de Gaia e a paisagem classificada pela UNESCO do outro lado do rio. Os barcos, os autocarros, as carrinhas…
Pois o nosso “jeito” para o turismo está por todo o lado. Vejam lá quem hoje, em Lisboa – a cidade que eu julgava ter um presidente de Câmara “inimigo” do automóvel e muito progressista nessa matéria – pude constatar com os meus próprios olhos que também a capital do país, tem um “jeitaço” para tratar bem quem a visita.
Quando tomava uma “imperial” na esplanada da Praça da Figueira da Pastelaria Suíça, reparei que com dificuldade poderia ver ou fotografar o Castelo de São Jorge. Na verdade, a Praça da Figueira é um ponto de encontro de turistas, mas apenas porque ali se apeiam e se “montam” em autocarros de dois andares para visitarem a cidade. As máquinas, por ali circulam, param, permanecem de motores ligados durante meias-horas. Além desses autocarros de turistas, ainda passam autocarros normais, carros ligeiros, carrinhas que fazem cargas e descargas às quatro da tarde e assim evitam que a Praça da Figueira seja um sítio tolerável, quanto mais aprazível.
Portugal é assim. Tem lugares magníficos, obras fantásticas. Tem sol e tem até presidentes de Câmara cheios de discursos contra os carros nas cidades, contra os carros sem catalizadores e contra os “velhos do Restelo” que nada os deixam fazer. Mas esquecem-se que turismo não é colecionar “camones” aos magotes e enfiá-los em autocarros para lhes mostrar uma cidade que, depois, não lhe podem mostrar. Pelo menos a Praça da Figueira não lha podem mostrar, apesar de ser lá que os enfiam nos autocarros.
Saí, desiludido com a quase certeza de que o paradigma do turismo em Portugal, como fonte de “desenrascanso” da crise, já está perdido. A certeza veio minutos depois, quando contornei o quarteirão e deparei, em pleno Rossio, com uma interminável fila de parolos que queriam entrar num monte de plásticos insuflados patrocinados por um supermercado. Era o “festival de não sei o quê”. Pensei: "que cidade tão linda e que estúpidos somos ao tratar desta forma o nosso património e os nossos valores".
Já em plena Rua Augusta – a rua que sempre almejávamos no Monopólio – ainda pude fotografar esta montra, que sobrava de uma tarde em Lisboa, com muita vontade de me por a andar dali para fora e ver-me livre deste turismo “luso” que não conseguimos evitar.
Pois o nosso “jeito” para o turismo está por todo o lado. Vejam lá quem hoje, em Lisboa – a cidade que eu julgava ter um presidente de Câmara “inimigo” do automóvel e muito progressista nessa matéria – pude constatar com os meus próprios olhos que também a capital do país, tem um “jeitaço” para tratar bem quem a visita.
Quando tomava uma “imperial” na esplanada da Praça da Figueira da Pastelaria Suíça, reparei que com dificuldade poderia ver ou fotografar o Castelo de São Jorge. Na verdade, a Praça da Figueira é um ponto de encontro de turistas, mas apenas porque ali se apeiam e se “montam” em autocarros de dois andares para visitarem a cidade. As máquinas, por ali circulam, param, permanecem de motores ligados durante meias-horas. Além desses autocarros de turistas, ainda passam autocarros normais, carros ligeiros, carrinhas que fazem cargas e descargas às quatro da tarde e assim evitam que a Praça da Figueira seja um sítio tolerável, quanto mais aprazível.
Portugal é assim. Tem lugares magníficos, obras fantásticas. Tem sol e tem até presidentes de Câmara cheios de discursos contra os carros nas cidades, contra os carros sem catalizadores e contra os “velhos do Restelo” que nada os deixam fazer. Mas esquecem-se que turismo não é colecionar “camones” aos magotes e enfiá-los em autocarros para lhes mostrar uma cidade que, depois, não lhe podem mostrar. Pelo menos a Praça da Figueira não lha podem mostrar, apesar de ser lá que os enfiam nos autocarros.
Saí, desiludido com a quase certeza de que o paradigma do turismo em Portugal, como fonte de “desenrascanso” da crise, já está perdido. A certeza veio minutos depois, quando contornei o quarteirão e deparei, em pleno Rossio, com uma interminável fila de parolos que queriam entrar num monte de plásticos insuflados patrocinados por um supermercado. Era o “festival de não sei o quê”. Pensei: "que cidade tão linda e que estúpidos somos ao tratar desta forma o nosso património e os nossos valores".
Já em plena Rua Augusta – a rua que sempre almejávamos no Monopólio – ainda pude fotografar esta montra, que sobrava de uma tarde em Lisboa, com muita vontade de me por a andar dali para fora e ver-me livre deste turismo “luso” que não conseguimos evitar.
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