quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Esperança e Indignação





Esperança e Indignação

Não estaríamos aqui se os nossos antepassados não tivessem esperança no futuro, não nos levantaríamos de manhã se não pensássemos que os problemas podem resolver-se.

Ter esperança é uma característica humana, mas também a indignação. Não podemos cruzar os braços à espera de que quem nos governa.

Obrigado por nos ajudar a mudar o Mundo!
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Brincar com os fósforos




Adiar o mercado de eurobonds é correr o risco de incendiar a casa. E os dirigentes europeus não podem continuar a brincar com os fósforos.


domingo, 14 de agosto de 2011

Apenas "Villas"





O ex-técnico do FC Porto vai ter que procurar melhor sorte na próxima jornada (2.ª) quando receber em Stamford Bridge o West Brom.
O Chelsea não fez melhor que os rivais Arsenal e Liverpool na ronda inaugural da Liga inglesa e "apenas" alcançou o empate.

sábado, 13 de agosto de 2011

Turismo "Luso" ou um passeio pela baixa de Lisboa

Já uma vez escrevi sobre o nosso “jeito” para o turismo, a propósito dos barcos que em Vila Nova de Gaia se interpõem entre o turista que utiliza o Cais de Gaia e a paisagem classificada pela UNESCO do outro lado do rio. Os barcos, os autocarros, as carrinhas…
Pois o nosso “jeito” para o turismo está por todo o lado. Vejam lá quem hoje, em Lisboa – a cidade que eu julgava ter um presidente de Câmara “inimigo” do automóvel e muito progressista nessa matéria – pude constatar com os meus próprios olhos que também a capital do país, tem um “jeitaço” para tratar bem quem a visita.
Quando tomava uma “imperial” na esplanada da Praça da Figueira da Pastelaria Suíça, reparei que com dificuldade poderia ver ou fotografar o Castelo de São Jorge. Na verdade, a Praça da Figueira é um ponto de encontro de turistas, mas apenas porque ali se apeiam e se “montam” em autocarros de dois andares para visitarem a cidade. As máquinas, por ali circulam, param, permanecem de motores ligados durante meias-horas. Além desses autocarros de turistas, ainda passam autocarros normais, carros ligeiros, carrinhas que fazem cargas e descargas às quatro da tarde e assim evitam que a Praça da Figueira seja um sítio tolerável, quanto mais aprazível.
Portugal é assim. Tem lugares magníficos, obras fantásticas. Tem sol e tem até presidentes de Câmara cheios de discursos contra os carros nas cidades, contra os carros sem catalizadores e contra os “velhos do Restelo” que nada os deixam fazer. Mas esquecem-se que turismo não é colecionar “camones” aos magotes e enfiá-los em autocarros para lhes mostrar uma cidade que, depois, não lhe podem mostrar. Pelo menos a Praça da Figueira não lha podem mostrar, apesar de ser lá que os enfiam nos autocarros.
Saí, desiludido com a quase certeza de que o paradigma do turismo em Portugal, como fonte de “desenrascanso” da crise, já está perdido. A certeza veio minutos depois, quando contornei o quarteirão e deparei, em pleno Rossio, com uma interminável fila de parolos que queriam entrar num monte de plásticos insuflados patrocinados por um supermercado. Era o “festival de não sei o quê”. Pensei: "que cidade tão linda e que estúpidos somos ao tratar desta forma o nosso património e os nossos valores".
Já em plena Rua Augusta – a rua que sempre almejávamos no Monopólio – ainda pude fotografar esta montra, que sobrava de uma tarde em Lisboa, com muita vontade de me por a andar dali para fora e ver-me livre deste turismo “luso” que não conseguimos evitar.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

É hoje que isto vai para o maneta?




Vocês já sabem, eu ainda não sei, mas confesso-me tranquilo. 


Já me convenci que as finanças são meras engenharias e eles vão acabar por encontrar um alicate, ou uma bóia.


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Este é um País de inocentes




O fim da grande ilusão do crédito abriu o cadafalso para onde serão varridos milhões de portugueses. Findo esse ciclo, Portugal descobre indignado que é um país de pobreza envergonhada. A nova ideologia oficial prepara-se para desmantelar o que resta de um Estado social que cresceu entre nós à sombra da doutrina dos "pobres, mas honrados", do doutor Oliveira Salazar. Ganhávamos pouco e gastávamos pouco. A UE prometeu o luxo popular. Isso faliu. Os créditos mais caros, as casas impossíveis de adquirir e os salários mais exíguos serão a cama de pregos onde os portugueses vão ser convidados a repousar.

Cada Governo, claro, culpa o anterior. Não fui eu! É verdade. A frase serve para perpetuar o mal-entendido em que vive Portugal há alguns séculos: ninguém tem culpa da situação actual. Este é um País de inocentes até prova em contrário. A insuportável leveza da política portuguesa resume-se ao tédio.




sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Segundo Orçamento Rectificativo


 Vítor Gaspar


O ministro das Finanças confirmou que o governo irá apresentar um segundo Orçamento Rectificativo para 2011. No debate sobre a primeira proposta de Rectificativo, a decorrer no Parlamento, Vítor Gaspar confirmou a indicação que tinha deixado aberto na semana passada.

“A nossa intenção é apresentar outra alteração ao Orçamento para 2011 juntamente com a apresentação da proposta para 2012”, afirmou Vítor Gaspar.




quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Tapar buracos




A Assembleia da República (AR) aprovou ontem uma alteração à Lei de Enquadramento Orçamental que, na prática, permitirá ao governo tapar buracos nas despesas de funcionamento dos serviços ministeriais com receitas de entidades como a Segurança Social. Com esta alteração proposta pelo Executivo, o Ministério das Finanças ganha um instrumento para subir indirectamente tectos de despesa de funcionamento do Estado sem ter de fazer um Orçamento Rectificativo (passando pela Assembleia da República) ou de gastar a dotação de emergência para despesas imprevistas (a dotação provisional). 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Frangos impensáveis por 8,6 milhões de euros


Guarda-Redes capaz de defesas impossiveis seguidos de frangos impensáveis


A sua venda, por valores iguais aos da compra, prova que é um guarda redes bem cotado em espanha e que para alêm disso têm bons empresários a gerir a sua carreira. Luis Filipe Vieira descalça assim esta bota e sai airosamente de um dos maiores erros de casting dos últimos anos do Sport Lisboa e Benfica.

sábado, 30 de julho de 2011

A Galp... e as bombas



Galp encerrou 17 'bombas' este ano por causa da crise

A quebra do consumo penalizou a empresa petrolífera. Lucros caíram 36%.



A Galp já encerrou 17 estações de serviço este ano por causa da quebra do consumo, revelou ontem o presidente executivo da empresa petrolífera, Ferreira de Oliveira.
Por causa da crise, só nos primeiros seis meses deste ano, o consumo de gasolina e gasóleo caiu, respectivamente, 10% e 7% na Galp. No total de todos os produtos petrolíferos, que inclui também as vendas de combustível para aviação e navios, as quebras foram de 6% em Portugal e de 2% em Espanha.



Partidos querem "espiões" fora das empresas



Chefe das secretas diz que não deu informações à Ongoing

Entre o vício e a virtude.


Jorge Silva Carvalho garantiu hoje que "não enviou informação do serviço de informações para a Ongoing, nem nunca tal afirmou".
Numa "declaração" enviada à agência Lusa, o advogado Nuno Morais Sarmento, representante de Jorge Silva Carvalho, diz que esta reacção surge "por causa das interpretações erradas e propositadamente descontextualizadas das afirmações feitas" anteriormente pelo ex-responsável do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED).





quarta-feira, 27 de julho de 2011

O medo não os "assiste"


Jorge Jesus: "Luisão? Confio muito nele"

Jorge Jesus desvaloriza palavras do jogador que vai liderar a equipa frente ao Trabzonspor.







terça-feira, 26 de julho de 2011

A banca em negação




O presidente do BPI, Fernando Ulrich, defendeu hoje que "o programa da troika para a banca não faz sentido", por ser muito exigente em termos de rácios de capital. E deve ser "repensado de alto a baixo". Veja aqui o vídeo.


A banca, que sempre foi visionária, é quem está agora em negação. Vai ter de perder dinheiro. Vai ter de tirar as pequenas e médias empresas do espremedor. Vai ter de deixar de achar que a troika é idiota. 

Eis o grande paradoxo: os liberais é que defendem a entrada temporária do Estado nos bancos. Vai ser impossível explicar, mas a ajuda do Estado aos bancos não será a ajuda aos donos dos bancos. Ao contrário do que parece, isso é que vai trazer perdas para os seus accionistas. Por isso é que eles não querem. Por isso é que a economia precisa. Como veremos nos próximos meses.



segunda-feira, 25 de julho de 2011

Colossal? “Jamé”!

Passos Coelho



As “verdades” passam. As expressões mantém-se durante meses no espaço público até entrarem para a galeria das expressões históricas da política portuguesa.