terça-feira, 12 de julho de 2011

Zona Euro - Quedas em série

Os países da Zona Euro parecem cair um após o outro sob o ataque dos mercados financeiros.



Arend van Dam

Nascido em 1945, Arend van Dam é um "cartoonista" holandês de renome


Mulher protesta há 188 dias em cima de uma grua


Mulher protesta há 188 dias em cima de uma grua


Uma sul-coreana passou hoje o 188.º dia consecutivo numa grua para protestar contra a supressão maciça de postos de trabalho num estaleiro naval da Coreia do Sul, disseram funcionários.
Kim Jin-suk, de 52 anos, antiga funcionária do estaleiro naval Hanjin Heavy Industries and Construction, não sai de uma grua gigante com 35 metros de altura desde Janeiro, na cidade de Busan (sul), de acordo com a agência noticiosa francesa AFP.
A electricidade que alimenta a grua foi cortada mas Kim continua a enviar mensagens para a rede social Twitter através de um telemóvel alimentado por energia solar.
O conflito começou em Dezembro quando 900 trabalhadores sindicalizados entraram em greve para protestar contra um plano de supressão de 400 postos de trabalho. A empresa respondeu com o encerramento do estaleiro.
Direcção e trabalhadores assinaram depois um acordo que previa a saída de 310 funcionários com o pagamento de compensações, mas 90 rejeitaram a proposta, indicou Ryu Jang-hyun, responsável sindical.
No sábado, milhares de manifestantes desfilaram em Busan para demonstrar o apoio aos trabalhadores despedidos. A polícia usou canhões de água para dispersar os manifestantes e deteve 50 pessoas. "Mesmo se as cadeias de televisão e outros 'media' fecham os olhos ao nosso conflito, continuaremos a falar no Twitter e no Facebook", declarou Kim à imprensa.
Hanjin, que foi um dos dez maiores estaleiros do mundo, indicou que a greve custou 16 mil milhões de won (cerca de 11 milhões de euros). A sociedade registou no ano passado prejuízos líquidos de 51,7 mil milhões de won. O estaleiro reduziu as suas capacidade em Busan depois de ter aberto um outro estaleiro no porto de Subic Bay, nas Filipinas.


domingo, 10 de julho de 2011

Ignorância na análise financeira



Recomendo mais estudo aos que sofrem de ignorância na análise financeira

Cavaco Silva, Presidente da República





Christine Lagarde

"Oh, Prof. Cavaco Silva isso é comigo????"

terça-feira, 5 de julho de 2011

Os funcionários judiciais




Os chamados ‘operadores judiciais’ estão zangados uns com os outros e, por isso, percebe-se que o Presidente queira acabar com a ‘guerra civil’. Não se percebe, porém, que se tenha ficado pela fidalguia do sector e tenha deixado de fora o ‘povão’. Os funcionários judiciais são, a bem dizer, a força que ainda vai fazendo avançar o paquiderme. São o primeiro rosto da Justiça junto das pessoas e os últimos a sair. São quem não pode ficar de fora da procura de soluções para o sector.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

O Pai Natal



Dizem que o natal é todos os dias. É um exagero. O Natal será, pelo menos, os próximos quatro anos.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A nossa sina


Nós não merecemos um governo tão bom.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Os mordomos de Merkel e Sarkozy




E eu... sou o verdadeiro Pai Natal


Durão Barroso foi primeiro-ministro de Portugal entre Abril de 2002 e Junho de 2004

“Quando era primeiro-ministro, no dia em que terminei o meu mandato, o défice [orçamental] estava, de facto, abaixo dos 3,0 por cento [...] e a dívida [pública], se me recordo bem, estava nos 57 ou 58 por cento, portanto abaixo do limite” de 60 por cento do PIB, recordou hoje o presidente da Comissão Europeia.

Durão Barroso foi primeiro-ministro de Abril de 2002 até Junho de 2004, tendo abandonado o cargo para ir para Bruxelas como presidente da Comissão Europeia. Depois de alguns meses de um Governo de coligação entre PSD e CDS-PP, José Sócrates assumiu em Março de 2005 o cargo de chefe do executivo, tendo liderado dois governos do PS.


terça-feira, 21 de junho de 2011

A tarefa será sempre ingrata




Não percebi. Casaram pelo registo?

O Governo estreia-se com a agenda cheia.




É já ao meio-dia que Passos Coelho e os seus 11 ministros farão o juramento solene através do qual se comprometerão a “cumprir com lealdade” as funções para as quais receberam um mandato popular. A cerimónia tem lugar no Palácio da Ajuda, como é habitual, e contará com a presença do Presidente da República, de altas figuras do Estado e de familiares dos novos ministros. 
Logo de seguida, Passos Coelho dirige a primeira de muitas reuniões do Conselho de Ministros, na rua professor Gomes Teixeira. Será altura para apresentações da equipa, mais do que para tomar decisões. 





segunda-feira, 20 de junho de 2011

Meia-dose de governo




A Europa está a estatelar-se e, em Portugal, discute-se o sexo dos anjos.


Este Governo vai ter de ser melhor do que parece.





21 votos nulos na eleição do Presidente da Assembleia ou 21 néscios de garvata a brincar à democracia?

Pode discutir-se o nome de Fernando Nobre para presidente da Assembleia da República. Pode até dizer-se que foi um tiro no pé do PSD. Mas a verdade é que o que mais confusão me faz em todo o processo de chumbo do seu nome para Presidente da Assembleia da República, não foram os “só” 106 votos que mereceu provavelmente da bancada do PSD. Nem sequer os dois que supostamente, dentro do PSD, não votaram em Fernando Nobre. Nem tão pouco o deputado que na primeira volta votou a favor e na segunda em branco. Não me faz grande confusão, sequer, que 101 deputados tenham chumbado o nome de Fernando Nobre. Choca-me que 21 (vinte e um) deputados tenham votado nulo. Talvez, o ato mais incompreensível da democracia e que não constitui mais do que um pequeno e inútil gesto de terrorismo democrático e, como todos os outros atos de terrorismo, absolutamente cobarde. Aliás, gostava até que alguém me explicasse como é possível a um deputado eleito pela Nação e para a representar, não conseguir dizer sim nem não, porque era disso que se tratava. O que estava expresso naqueles votos? Não nos poderão mostrar, como há dias fizeram na TV com votos nulos de anónimos, com estes 21 boletins nulos? Eram palavrões que lá estavam? Foram os “precários” do Marques de Pombal, zangados com a democracia que votaram hoje nulo na Assembleia? Que exemplo de democracia é esta a dos deputados do nosso Parlamento que produzem uns quase 10% de votos nulos, valor nem alcançado na mais atrasada e iletrada das freguesias? Que raio de políticos carreiristas são estes, supostamente da Esquerda ou do Centro (que não os liberais do PSD – esses votaram em Nobre) que respondem à incursão estúpida de um cidadão (e que cidadão) nesse mundo tão estreito que é o desses Elóis e Lumbrales que, vindos da província, mais não são do que néscios mascarados de defensores da democracia e da liberdade?

sábado, 18 de junho de 2011

Tanga de gente





Portugal entrou numa nova fase. Em pouco tempo, passámos do discurso da tanga para o apelo a gente de tanga (por muita tanga de gente).