sexta-feira, 1 de julho de 2011

O Pai Natal



Dizem que o natal é todos os dias. É um exagero. O Natal será, pelo menos, os próximos quatro anos.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A nossa sina


Nós não merecemos um governo tão bom.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Os mordomos de Merkel e Sarkozy




E eu... sou o verdadeiro Pai Natal


Durão Barroso foi primeiro-ministro de Portugal entre Abril de 2002 e Junho de 2004

“Quando era primeiro-ministro, no dia em que terminei o meu mandato, o défice [orçamental] estava, de facto, abaixo dos 3,0 por cento [...] e a dívida [pública], se me recordo bem, estava nos 57 ou 58 por cento, portanto abaixo do limite” de 60 por cento do PIB, recordou hoje o presidente da Comissão Europeia.

Durão Barroso foi primeiro-ministro de Abril de 2002 até Junho de 2004, tendo abandonado o cargo para ir para Bruxelas como presidente da Comissão Europeia. Depois de alguns meses de um Governo de coligação entre PSD e CDS-PP, José Sócrates assumiu em Março de 2005 o cargo de chefe do executivo, tendo liderado dois governos do PS.


terça-feira, 21 de junho de 2011

A tarefa será sempre ingrata




Não percebi. Casaram pelo registo?

O Governo estreia-se com a agenda cheia.




É já ao meio-dia que Passos Coelho e os seus 11 ministros farão o juramento solene através do qual se comprometerão a “cumprir com lealdade” as funções para as quais receberam um mandato popular. A cerimónia tem lugar no Palácio da Ajuda, como é habitual, e contará com a presença do Presidente da República, de altas figuras do Estado e de familiares dos novos ministros. 
Logo de seguida, Passos Coelho dirige a primeira de muitas reuniões do Conselho de Ministros, na rua professor Gomes Teixeira. Será altura para apresentações da equipa, mais do que para tomar decisões. 





segunda-feira, 20 de junho de 2011

Meia-dose de governo




A Europa está a estatelar-se e, em Portugal, discute-se o sexo dos anjos.


Este Governo vai ter de ser melhor do que parece.





21 votos nulos na eleição do Presidente da Assembleia ou 21 néscios de garvata a brincar à democracia?

Pode discutir-se o nome de Fernando Nobre para presidente da Assembleia da República. Pode até dizer-se que foi um tiro no pé do PSD. Mas a verdade é que o que mais confusão me faz em todo o processo de chumbo do seu nome para Presidente da Assembleia da República, não foram os “só” 106 votos que mereceu provavelmente da bancada do PSD. Nem sequer os dois que supostamente, dentro do PSD, não votaram em Fernando Nobre. Nem tão pouco o deputado que na primeira volta votou a favor e na segunda em branco. Não me faz grande confusão, sequer, que 101 deputados tenham chumbado o nome de Fernando Nobre. Choca-me que 21 (vinte e um) deputados tenham votado nulo. Talvez, o ato mais incompreensível da democracia e que não constitui mais do que um pequeno e inútil gesto de terrorismo democrático e, como todos os outros atos de terrorismo, absolutamente cobarde. Aliás, gostava até que alguém me explicasse como é possível a um deputado eleito pela Nação e para a representar, não conseguir dizer sim nem não, porque era disso que se tratava. O que estava expresso naqueles votos? Não nos poderão mostrar, como há dias fizeram na TV com votos nulos de anónimos, com estes 21 boletins nulos? Eram palavrões que lá estavam? Foram os “precários” do Marques de Pombal, zangados com a democracia que votaram hoje nulo na Assembleia? Que exemplo de democracia é esta a dos deputados do nosso Parlamento que produzem uns quase 10% de votos nulos, valor nem alcançado na mais atrasada e iletrada das freguesias? Que raio de políticos carreiristas são estes, supostamente da Esquerda ou do Centro (que não os liberais do PSD – esses votaram em Nobre) que respondem à incursão estúpida de um cidadão (e que cidadão) nesse mundo tão estreito que é o desses Elóis e Lumbrales que, vindos da província, mais não são do que néscios mascarados de defensores da democracia e da liberdade?

sábado, 18 de junho de 2011

Tanga de gente





Portugal entrou numa nova fase. Em pouco tempo, passámos do discurso da tanga para o apelo a gente de tanga (por muita tanga de gente).

Novo governo PSD/CDS-PP




E assim continuaremos a viver num oásis. Com uma liderança fantástica, e com imensos motivos para celebrar.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A dúvida razoável



Estamos bem entreguesestamos


Fernando Ulrich (BPI):
29 Outubro - "Entrada do FMI em Portugal representa perda de credibilidade"
26 Janeiro - "Portugal não precisa do FMI"
31 Março - "Por que é que Portugal não recorreu há mais tempo ao FMI?"

Santos Ferreira (BCP):
12 Janeiro - "Portugal deve evitar o FMI"
2 Fevereiro - "Portugal deve fazer tudo para evitar recorrer ao FMI"
4 Abril - "Ajuda externa é urgente e deve pedir-se já"

Ricardo Salgado (BES):
25 Janeiro - "Não recomendo o FMI para Portugal"
29 Março - "Portugal pode evitar o FMI"
5 Abril - "É urgente pedir apoio... já"


Presidente do Santander investigado por suspeita de fraude fiscal




A Audiência Nacional, a mais alta instância judiciária espanhola, anunciou hoje a abertura de um inquérito para investigar suspeitas de fraude fiscal que envolvem o presidente do banco Santander, Emilio Botin, e membros da sua família.


O inquérito diz respeito ao presidente do maior banco da zona euro, os seus cinco filhos (entre os quais a filha, Ana Patricia Botin, directora geral da sucursal britânica do grupo) e o seu irmão, Jaime Botin (que é também suspeito de falsificação de documentos), bem como os seus cinco filhos.


Lusa/Jornalistas de Sofá


terça-feira, 14 de junho de 2011

O desencontro entre PSD e CDS. Mota em vez de Nobre

CDS de Paulo Portas deverá tutelar três áreas

O desencontro entre PSD e CDS por causa de Fernando Nobre pode levar a um rearranjo no novo executivo e na presidência do Parlamento, com Mota Amaral a entrar em cena.


O líder do CDS-PP, Paulo Portas, vai ser mesmo o próximo ministro dos Negócios Estrangeiros. Fernando Nogueira, por seu lado, pode regressar ao Governo.


Ao que os Jornalistas de Sofá apuraram, apenas quatro ministérios manterão a sua estrutura: Negócios Estrangeiros, Defesa, Justiça e Administração Interna, o que, a confirmar-se, contraria a intenção de Passos de agrupar a Justiça com a Administração Interna. O sinal de que a constituição do novo executivo poderia não coincidir com os planos iniciais foi dado anteontem por Miguel Relvas, na RTP-1. "Não há fusão de ministérios, o que há é concentração [de pastas] nos ministros", adiantou Relvas, justificando com o facto de uma reorganização profunda exigir "um processo jurídico longo" devido às consequentes alterações das leis orgânicas. Em suma, notou, "menos ministros com mais responsabilidades, nesta primeira fase".