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quarta-feira, 25 de maio de 2011
“Nem um passo à retaguarda, engenheiro Sócrates”

O dirigente socialista Pedro Silva Pereira usou linguagem militar para dizer que o líder do PS não recuará no combate eleitoral.
PS tira paquistaneses da campanha
Socialistas fogem à polémica e alegados apoiantes já não andam na caravana com José Sócrates.
O grupo de imigrantes de etnia sik deu nas vistas, com os seus turbantes coloridos, sobretudo a partir do momento em que se percebeu que mal falavam português - e, não obstante, não regateavam entusiasmo na hora de aplaudir Sócrates ou acenar com bandeiras.
Em explicações a um jornal diário, os paquistaneses garantiram que estavam na caravana, à semelhança dos restantes voluntários que integram a comitiva, apenas a troco de autocarro e refeições. Mas o interesse que causaram à comunicação social não agradou à direção de campanha. Hoje, discretamente, desapareceram.
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Sobre o Estado Social - escrito antes do PEC4
Não me parece despropositado recordar este post que aqui escrevi em Fevereiro
"O que não consigo explicar ao meu bebé sobre Portugal"
"O que não consigo explicar ao meu bebé sobre Portugal"
terça-feira, 24 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Um erro do tamanho da Península Ibérica (un error, perdon)
24 horas depois do PS espanhol ter sifrido a sua maior derrota eleitoral da história de Espanha em eleições locais e autonómicas, numa altura em que Madrid está transformada numa espécie de parque de campismo do protesto e numa altura em que Portugal se prepara para corrigir um dos mais caros erros da sua história, depedindo Sócrates, vale a pena recordar esta palavras em "espanholês" de Sócrates, perante uma plateia que apoiava Zapatero, prevendo uma "mudança histórica na Europa". Estava já científicamente provado que Sócrates vive num Portugal diferente do nosso, mas este vídeo dá-nos a noção de que o Primeiro-Ministro português vive há muito num mundo muito distinto do dos outros mortais.
Tempo Extra
Paulo Campos, o secretário de estado que há uns dias ajudou o Governo a renegociar com os concessionários das SCUT oferecendo-lhes mais 10 mil milhões de euros (!!!) passou ao ataque na campanha eleitoral. O senhor “PPP”, como também poderíamos chamar a este secretário de estado, criticou o PSD por querer “entregar tudo aos privados”. Mas a parte mais hilariante – embora igualmente fantasiosa – foi a comparação. Segundo o Diário de Notícias, disse Paulo Campos: "Nenhum presidente de clube de futebol escolherá um treinador se não for experimentado e não tenha resultados". Evidentemente, além de não ter nenhuma noção do mal que andou a fazer a Portugal e às gerações futuras, este socialista, apoiante de Sócrates, é altamente distraído e certamente não sabe o que é o Futebol Clube do Porto ou o Barcelona e nunca terá ouvido falar em André Viilas Boas ou em Guardiola.O PS está tão confiante do apoio do "povo"

Seguem José Sócrates para todo o lado, de norte a sul do País, em autocarros pagos pelo PS. Depois são usados para compor os comícios, agitar bandeiras, e puxar pelo partido, apesar de muitos deles não perceberem uma palavra de português e não poderem votar. Em troca têm refeições grátis.
sábado, 21 de maio de 2011
O emplastro apaixonado
O amor é muito mais consciente do que a paixão. O amor é estabilidade, compromisso e é recíproco. A paixão não tem razão, é perigosa e muitas vezes unilateral. Sobretudo, a paixão não tem razão. Nos últimos tempos tenho procurado tentar perceber por que razão José Sócrates continua a atrair um número anormal de portugueses. Se não existe uma única razão que o defenda, se a relação com os portugueses é unívoca e apenas estes lhe dão não recebendo nada em troca, que motivos que mantêm acesa a chama que os liga ao engenheiro? A minha procura terminou esta noite. Enquanto Sócrates falava em direto no Telejornal da RTP durante longos minutos, atrás de si mirava-o um rosto deslumbrado de um dos seus mais fervorosos emplastros. Com o que dizia o candidato? Com a sageza com que despejava uma cassete gasta? Não, não era a razão nem sequer o amor socialista que unia aquelas duas almas. Não tendo razão, não havendo motivos para tanto deslumbramento e felicidade extrema, não havendo alimento tangível para que aquela inabalável e inalterável expressão seduzida, só poderia ser paixão. Cega, inconsciente, incoerente e irracional. Como sempre é a paixão, destrutiva. Mas paixão.
O debate apenas serviu para mostrar que já nem Sócrates acredita nas suas mentiras
Não valorizo muita coisa do que se disse no debate. O que disseram Pedro Passos Coelho e José Sócrates não é diferente do que têm dito. Mas, sejamos sinceros, ao que se resume, nesta altura, a dúvida de alguns portugueses? Na capacidade de Pedro Passos Coelho para ser Primeiro-Ministro. Aliás, é nisso que Sócrates tem apostado, na “aventura” que seria o país ser governado por alguém pouco preparado. Acontece que o debate, se valeu alguma coisa, foi para mostrar um Pedro Passos Coelho seguro, convicto e determinado, precisamente aquilo que elegeu Sócrates há seis anos e o ajudou a reeleger há ano e meio. Já Sócrates, que tem tudo a seu desfavor e procura apenas discutir as propostas do PSD, perdeu o que tinha: segurança e convicção. Se os debates servem para alguma coisa não é para apresentar ou mesmo discutir propostas. Servem é para mostrar capacidade para as executar, o que depende muito de se acreditar naquilo que se diz. Sócrates, a quem já chamei mitómano, por acreditar nas suas próprias mentiras, perdeu hoje essa capacidade. Perdeu as eleições e Portugal livrou-se de um homem perigoso. http://www.facebook.com/nunonsantos
sexta-feira, 20 de maio de 2011
O documento do FMI que prova a mentira de Sócrates (uma das mentiras, perdão)
Press-Release do FMI confirmando que Sócrates assegurou ao FMI que baixaria a Taxa Social Única. Sócrates assinou acordo com o qual não concorda e não sabia que o tinha assinado. A questão é se podemos continuar a ser governados por alguém que nem nas Novas Oportunidades conseguiria certificar a sua própria ignorância.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
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