24 horas depois do PS espanhol ter sifrido a sua maior derrota eleitoral da história de Espanha em eleições locais e autonómicas, numa altura em que Madrid está transformada numa espécie de parque de campismo do protesto e numa altura em que Portugal se prepara para corrigir um dos mais caros erros da sua história, depedindo Sócrates, vale a pena recordar esta palavras em "espanholês" de Sócrates, perante uma plateia que apoiava Zapatero, prevendo uma "mudança histórica na Europa". Estava já científicamente provado que Sócrates vive num Portugal diferente do nosso, mas este vídeo dá-nos a noção de que o Primeiro-Ministro português vive há muito num mundo muito distinto do dos outros mortais.
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
Tempo Extra
Paulo Campos, o secretário de estado que há uns dias ajudou o Governo a renegociar com os concessionários das SCUT oferecendo-lhes mais 10 mil milhões de euros (!!!) passou ao ataque na campanha eleitoral. O senhor “PPP”, como também poderíamos chamar a este secretário de estado, criticou o PSD por querer “entregar tudo aos privados”. Mas a parte mais hilariante – embora igualmente fantasiosa – foi a comparação. Segundo o Diário de Notícias, disse Paulo Campos: "Nenhum presidente de clube de futebol escolherá um treinador se não for experimentado e não tenha resultados". Evidentemente, além de não ter nenhuma noção do mal que andou a fazer a Portugal e às gerações futuras, este socialista, apoiante de Sócrates, é altamente distraído e certamente não sabe o que é o Futebol Clube do Porto ou o Barcelona e nunca terá ouvido falar em André Viilas Boas ou em Guardiola.O PS está tão confiante do apoio do "povo"

Seguem José Sócrates para todo o lado, de norte a sul do País, em autocarros pagos pelo PS. Depois são usados para compor os comícios, agitar bandeiras, e puxar pelo partido, apesar de muitos deles não perceberem uma palavra de português e não poderem votar. Em troca têm refeições grátis.
sábado, 21 de maio de 2011
O emplastro apaixonado
O amor é muito mais consciente do que a paixão. O amor é estabilidade, compromisso e é recíproco. A paixão não tem razão, é perigosa e muitas vezes unilateral. Sobretudo, a paixão não tem razão. Nos últimos tempos tenho procurado tentar perceber por que razão José Sócrates continua a atrair um número anormal de portugueses. Se não existe uma única razão que o defenda, se a relação com os portugueses é unívoca e apenas estes lhe dão não recebendo nada em troca, que motivos que mantêm acesa a chama que os liga ao engenheiro? A minha procura terminou esta noite. Enquanto Sócrates falava em direto no Telejornal da RTP durante longos minutos, atrás de si mirava-o um rosto deslumbrado de um dos seus mais fervorosos emplastros. Com o que dizia o candidato? Com a sageza com que despejava uma cassete gasta? Não, não era a razão nem sequer o amor socialista que unia aquelas duas almas. Não tendo razão, não havendo motivos para tanto deslumbramento e felicidade extrema, não havendo alimento tangível para que aquela inabalável e inalterável expressão seduzida, só poderia ser paixão. Cega, inconsciente, incoerente e irracional. Como sempre é a paixão, destrutiva. Mas paixão.
O debate apenas serviu para mostrar que já nem Sócrates acredita nas suas mentiras
Não valorizo muita coisa do que se disse no debate. O que disseram Pedro Passos Coelho e José Sócrates não é diferente do que têm dito. Mas, sejamos sinceros, ao que se resume, nesta altura, a dúvida de alguns portugueses? Na capacidade de Pedro Passos Coelho para ser Primeiro-Ministro. Aliás, é nisso que Sócrates tem apostado, na “aventura” que seria o país ser governado por alguém pouco preparado. Acontece que o debate, se valeu alguma coisa, foi para mostrar um Pedro Passos Coelho seguro, convicto e determinado, precisamente aquilo que elegeu Sócrates há seis anos e o ajudou a reeleger há ano e meio. Já Sócrates, que tem tudo a seu desfavor e procura apenas discutir as propostas do PSD, perdeu o que tinha: segurança e convicção. Se os debates servem para alguma coisa não é para apresentar ou mesmo discutir propostas. Servem é para mostrar capacidade para as executar, o que depende muito de se acreditar naquilo que se diz. Sócrates, a quem já chamei mitómano, por acreditar nas suas próprias mentiras, perdeu hoje essa capacidade. Perdeu as eleições e Portugal livrou-se de um homem perigoso. http://www.facebook.com/nunonsantos
sexta-feira, 20 de maio de 2011
O documento do FMI que prova a mentira de Sócrates (uma das mentiras, perdão)
Press-Release do FMI confirmando que Sócrates assegurou ao FMI que baixaria a Taxa Social Única. Sócrates assinou acordo com o qual não concorda e não sabia que o tinha assinado. A questão é se podemos continuar a ser governados por alguém que nem nas Novas Oportunidades conseguiria certificar a sua própria ignorância.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Passos Coelho adere ao programa Novas Oportunidades
Dias Loureiro entre os conselheiros do PSD
Ex-presidente da 'holding' do BPN terá dado aconselhamento político. Passos Coelho não onfirma nem desmente
Passos Coelho chamou, há uma semana, à sede do PSD algumas pessoas, externas à direcção do partido, para com ele discutirem formas de voltar a ganhar terreno nas sondagens.
Entre essas pessoas estavam, por exemplo, o politólogo Miguel Morgado ou Rodrigo Moita de Deus, militante e especialista em comunicação.
Várias fontes contactadas pelos Jornalistas de Sofá garantem que houve mais pessoas, nesse dia, na São Caetano à Lapa, até Manuel Dias Loureiro, o ex-ministro de Cavaco que há dois anos pediu para sair do Conselho de Estado, depois de ver o seu nome envolvido no caso BPN.
Sendo assim Passos Coelho adere ao programa Novas Oportunidades.
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
Ignorados

Há 238 mil portugueses sem trabalho que não entram para as estatísticas. O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) revelou ontem que em Abril havia cerca de 542 mil desempregados inscritos nos centros de emprego, uma redução de cinco por cento relativamente ao mesmo mês do ano passado. A taxa real de desemprego é, contudo, bastante mais elevada: perto de 780 mil portugueses, segundo o INE. Pelo caminho da estatística perdem-se 238 mil portugueses sem trabalho.
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
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