segunda-feira, 16 de maio de 2011

É o povo, pá!

                                  O movimento já tinha invadido em Março as instalações do BPN


O que sinto é que eles, como eu, estão zangados. É mais saudável estar zangado do que estar deprimido.


O movimento “É o povo pá” afixou no dia 28 de Março cartazes em várias dependências bancárias do Banco Português de Negócios (BPN) onde se lia “O vosso roubo custou 13 milhões de salários mínimos”.

O movimento vai divulgar no blogue  É o povo pá! ainda durante o dia as cidades que foram palco da acção de protesto.



NÃO NOS FALEM DE AUSTERIDADE, FALEM-NOS DE DIGNIDADE.

domingo, 15 de maio de 2011

O FMI e o sexo oral

                           O presidente do FMI terá atacado sexualmente uma empregada de hotel

                     E nós... ainda levamos estes tipos a sério!!!??!!





O director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), o socialista francês Dominique Strauss-Kahn, foi detido em Nova Iorque acusado de agressão sexual a uma empregada de um hotel.


Strauss-Kahn, até agora um provável candidato à presidência de França pelo Partido Socialista, foi detido poucos minutos antes de voar para Paris a partir do Aeroporto Internacional John F. Kennedy, nos arredores de Nova Iorque.

The New York Times diz que Strauss-Kahn é acusado de “agressão sexual” a uma empregada de um hotel em Times Square, na tarde de sábado.“O senhor director-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, foi detido este sábado minutos antes de viajar para França acusado de agressão sexual a uma empregada de um hotel em Nova Iorque”, escreve o New York Times, citando fontes da Autoridade Portuária de Nova Iorque.



Segundo vários jornais norte-americanos, Strauss-Kahn, de 62 anos, terá surgido da casa de banho sem roupa e agarrado a empregada, lançando-a sobre a cama e forçando-a à prática de sexo oral.

A empregada conseguiu libertar-se e fugir do quarto, enquanto o economista francês, que é casado com a popular apresentadora de televisão francesa Anne Sinclair, se vestia e dirigia rapidamente para o aeroporto, onde acabaria por ser retirado do avião poucos minutos antes da sua partida.



Fonte: "i" Sofá


O QUÊ PSD? Terrorista, o Sócrates? Ou Por Que Saliva Passos Coelho & Afins, os Sacripantas!

Assistimos a uma campanha PSD Sacripanta – com um Porta-Voz Sacripanta – com objectivos

Sacripanta

– de valor de Sacripanta. Mais palavras para quê? SACRIPANTA é a justa. Quem se subjuga, agora, no silêncio, a Sacripantas, que se cale para sempre. Não venham depois bradar o Sócrates!! Ai o Sócrates! Não, não é o Sócrates, nem o terrorista, nem o mentiroso ( ó! que ridículo é o coro de Santos em desespero da Santa verdade, Y logo no Planeta Terra! Y com os condicionalismos da Condição Humana … ). Os Sacripantas salivam Y todos fecham os olhos: o Sócrates!! Ai o Sócrates. O Sócrates é o PS! Y uma coisa é justa dizer sobre o Sócrates: no dia 23 de Março de 2011, Portugal só teve um Homem à altura da sua História: O Sócrates! O Sócrates que eleito numa maioria relativa, respeitou essa maioria relativa. Não teve foi quem o acompanhasse nesse respeito; os, agora, Candidatos Sacripantas colocaram-se à frente dos interesses do país. Sim. Há o Candidato José Sócrates Y há os Candidatos Sacripantas que salivam por isto:

1. http://is.gd/yjk0sH

2. http://is.gd/ZLal08

3. http://is.gd/WR6K6v

4. http://is.gd/LqEHuX

5. http://is.gd/pGmI08

Os, agora, Candidatos Sacripantas, como deputados sacripantas, já derrotaram Portugal. Portugal, agora, só tem o Povo para derrotar os Sacripantas. Mais vale um Sócrates, mesmo que bem Mentiroso ( sabendo lá o que isso é no contexto da condição humana Y no planeta Terra… ) do que Sacripantas, que, de Deputados desleixados com os reais interesses do País, delegaram a Soberania Nacional, não só ao FMI & à UE como estão apostos para, na sua figura de Sacripantas-Fantoches, entregarem o Património Economico do Povo Português – de Portugal – a Grupos Económicos.

Lembrem-se: Aristides de Sousa Mendes definhou na miséria rodeado de Portugueses. Os Portugueses do SILÊNCIO. Os portugueses que olhando fingem que não vêem. Os portugueses que limpam as mãos com o não é nada comigo. Não. É connosco. Com cada um, a forma como mantém higiénico Y Valoroso o seu Silêncio. Um Silêncio Sórdido é muito mais nocivo y Catastrófico do que um Sócrates Mentiroso (como ridiculamente empapam a boca com o título para dizer Sócrates). Sim. Um Sócrates VALENTE, o único a estar à altura do País! Um Sócrates que Merece, também por isso, ser o Candidato Sócrates. O Candidato que merece pedir aos Portugueses que olhem, pensem, ponderem Y votem maciçamente no PS. Portugal merece PS, não merece o triunfo de Sacripantas, nem de candidatos Sacripantas, com os seus valores Sacripantas.

PS.: #ILOVESOCRATES. Y vocês? Sacripantas? Tenho pena.

PS1.:Este texto foi Publicado no Aventar.

sábado, 14 de maio de 2011

Passos ousados














É preciso dar passos ousados para trazer a economia [portuguesa] de volta ao bom caminho






Olli Rehn, Comissário Europeu dos Assuntos Económicos




Elogios à pública filhos na privada

             

"Vícios privados, públicas virtudes"

Catroica à rasca

                         

Eduardo Catroika

                         


quinta-feira, 12 de maio de 2011

Catroga sem pentelhos

    


Catroga, numa crítica à comunicação social, disse que esta passa a vida a discutir pentelhos. A comunicação social, apressando-se a dar-lhe razão, introduziu os pentelhos

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Mula da Agonia





Dá-lhe um coice minha besta
Está na hora de mudar
Agarra tu no chicote
E começa a avançar



"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e 
sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos 
de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de 
dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz 
de sacudir as moscas..."



Guerra Junqueiro, em "Pátria", escrito em 1896.
Parece que não mudámos nada...


domingo, 8 de maio de 2011

Sócrates e as más notícias


Hoje, em muitas bancas de Lisboa, o diário "i" estava esgotado. Por quê? Porque António Barreto disse que "Sócrates precisa de ser severamente castigado"...

"José Sócrates deve ser severamente punido nas próximas eleições"

"O primeiro-ministro não está à altura, não é capaz de contribuir para as soluções futuras"

"O actual primeiro-ministro não ajudará, nem fora nem dentro, a nenhuma solução"

"José Sócrates quase levou o país à bancarrota por interesses partidários"

"Esta democracia não está a ser assaltada. Está a implodir"

"É muito inquietante que o governo tenha conduzido o país em direcção ao abismo"

"O governo foi absolutamente cego, surdo e inconsciente"

"O parlamento tem vindo sempre em declínio. O debate é substituído pela política espectáculo e pelo quero, posso e mando do primeiro-ministro"

"José Sócrates é responsável pelo mau estado a que chegou o próprio Partido Socialista"

"Não se mexe na justiça porque os políticos têm medo do confrontar interesses. A justiça sabe segredos de muita gente. Sabe segredos da vida pessoal, da vida económica, da vida empresarial e da vida política e partidária"

António Barreto, sociólogo, hoje no "i"

Uma entrevista a ler com atenção.


sábado, 7 de maio de 2011

Sócrates pratica violência doméstica sobre os portugueses

Boa parte da população portuguesa sofre de um síndrome conhecido das assistentes sociais, dos sociólogos e dos psiquiatras. Na violência doméstica é vulgar e consiste num processo em que a vítima procura encontrar vantagens na agressão praticada sobre si. O povo traduz o fenómeno no provérbio “quanto mais me bates mais gosto de ti”, tão comum entre mulheres violentadas diariamente por maridos violentos, alcoólicos, mentirosos e chantageadores. Os mesmos maridos que, por outro lado, são ciumentos e saem em defesa daquilo que apelidam "família", defendendo o que é seu, ao mínimo olhar de um terceiro. Este comportamento psicológico aparece também nos sequestrados e é conhecido por “síndrome de Estocolmo”, tendo expressão, por vezes, na paixão que o sequestrado desenvolve pelo seu raptor. São fenómenos difíceis de explicar, irracionais e completamente destrutivos de valores humanos básicos, como os da auto-estima e da liberdade. Portugal tem uma boa parte da população a viver com o síndrome de Estocolmo. Vive sequestrada e chantageada há dois anos por um Primeiro-Ministro que lhes roubou os votos, a liberdade e a auto-estima. Um Primeiro-Ministro que espanca a classe média, violenta convicções e maltrata os velhos. Ciumento e sendento de protagonismo, auto-intitula-se como o "defensor" de Portugal, conforme diz o seu slogan, como só ele soubesse o que é bom e quem pode ou não pode olhar para nós. Apesar deste comportamento violento, prepotente e pré-histórico, há sobre ele uma estranha paixão e mesmo compaixão. Há 30% da população que continua a dizer que ele nos bate porque gosta de nós. Ele violenta-nos porque nos ama. Que os outros podem ser piores. Por dramática que seja a situação dessas pessoas que preferem conformar-se com o mal que têm, com a mesada que levam e com a côdea que comem, a optar por denunciá-lo e ir ao desconhecido, enfrentando lá fora uma vida nova, difícil, mas livre, cabe-nos a nós - que não sofremos do síndrome de Estocolmo - chamá-los à razão, educá-los e dar-lhes a cultura e a coragem que não têm. Sócrates pratica sobre os portugueses a mais explícita mentira e a mais ignóbil violência, distribuindo côdeas cada vez mais reduzidas, bofetadas cada vez mais fortes e revelando a cada grito histérico a sua verdadeira e única índole. Recusemos o “quanto mais nos bastes, mais gostamos de ti”, façamos algo pelo pobres de espírito que não conseguem libertar-se disso!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A Troika e o boneco de cera



"Informo que já reuni com a Troika sobre o défice português e decidi vender este boneco ao meu lado para o Museu de cera."

terça-feira, 3 de maio de 2011

Sócrates sairá pela janela da retrete do Palácio de S. Bento no dia 5 de Junho

Declaração de Sócrates sobre o “acordo” com o FMI é o ato mais lamentável de campanha e o mais esclarecedor sobre a falta de sentido de Estado de um político português desde que me lembro de existir. Assisti muito jovem ao 25 de Abril, e lembro-me que Marcelo Caetano, quando convidado por Salgueiro Maia a sair pelas traseiras do Quartel do Carmo, declarou que apenas sairia pela porta da frente, ainda que isso tivesse que lhe custar a vida. Até os ditadores mais incompetentes conseguiram ter um pouco mais de dignidade do que Sócrates que sairá do Governo pela “janela da retrete do Palácio de S. Bento” no dia 5 de Junho… em sentido figurado, claro está.

domingo, 1 de maio de 2011

Sócrates é um homem perigoso

O que Sócrates está a fazer ao país é muito perigoso. Não, não me refiro ao facto de ter duplicado a nossa dívida externa em cinco anos, passando-a para o nível histórico de 100% do PIB. Não, não me refiro a ter estourado com as contas públicas, a ponto de ter que chamar o FMI para nos tirar do poço. Não, não falo do autismo que nos levou (já) a gastar dinheiro em magalhães, TGVs e Aeroportos quando não tínhamos cheta para pagar aos credores ou, até, ordenados aos nossos soldados. Isso, ele já fez, não “está a fazer”. Quando digo que “Sócrates está a fazer ao país”, refiro-me à forma como está a levar a extremos a demagogia e a mentira nesta pré-campanha e na encenação da crise política que nos trouxe a ela. A forma como Sócrates elaborou a sua difícil estratégia eleitoral pode transformar-se em algo demasiado perigoso. Sócrates partiu o país, dividindo-o em três grandes grupos. Um grupo obediente que vive da sua máquina partidária (que durante 14 anos misturou com o Estado). Um grupo crítico que ele conseguiu de tal forma desinteressar pela política que já nem vota. E um terceiro grupo que percebe o risco que o país corre se continuar mais um dia com Sócrates como Primeiro-Ministro. O discurso de Sócrates, nestas eleições, extremou-se numa arte que vinha desenvolvendo, arrebanhando pela necessidade – como nunca – o primeiro grupo; excluindo ainda mais o segundo e insultando, achincalhando e revoltando o terceiro. Eu não acredito – nem me passa pela cabeça – que Sócrates possa ganhar as eleições. Não acredito que o primeiro grupo seja suficiente e não me parece que no segundo encontre suficientes distraídos para votarem em si. Sócrates vai perder! Mas, e se ganhasse? O que Sócrates tem vindo a fazer nesta pré-campanha deixa-nos sem resposta quanto ao futuro de Portugal. Um Portugal que teria no primeiro grupo um mais do que legitimado exército de inúteis agarrados já não à carne mas só já ao osso; um segundo grupo mais excluído do que nunca e um terceiro com níveis de revolta sem paralelo na nossa democracia. Foi com enorme tristeza por Portugal e pelos meus filhos que vi Sócrates ganhar em 2005 e mais em 2009. Mas o cenário era então suportável para que continuasse a trabalhar, a esforçar-me, a pagar impostos. Mas o cenário de uma vitória de Sócrates em 2011 não me deixaria margem de sobrevivência nem sequer qualquer vontade de ser português. E, como eu, haveria muitos, num país partido, crispado e conflituante, cuja paz social não seria mais possível. Sócrates é, pois, perigoso, já não apenas por ter a enorme habilidade de destruir as finanças do País mas porque, ganhando, seria capaz de tornar Portugal num lugar estranho e perigoso, onde o terrorismo de Estado passaria a ser a Lei e onde a única solução possível na consciência de muita gente passaria a residir apenas num cenário: o do Golpe de Estado.

O insulto

Sócrates insulta os portugueses quando acha que estes acreditam que o importante não é ter um bom programa eleitoral mas sim apresentá-lo cinco dias antes. É lamentável que alguns portugueses aceitem continuar a ser enxovalhados desta forma e não apenas não votem CONTRA o PS mas continuem a aceitar que este teatro demagógico sem paralelo na história da nossa democracia continue todos os dias.