Geeks de Sofá: Yes, We Can! Sim... Eu posso ser Feliz!: "'A cada minuto que ficamos zangados, perdemos sessenta segundos de felicidade .“ (Thomaz Overbury) Sim... Eu posso ser Feliz! A p..."
A maior agência de notícias do mundo. O seu sofá. Jornalismo participativo. Produzido por cidadãos sem formação jornalística, em colaboração com jornalistas profissionais.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Turistas de Sofá: Agências de turismo têm que viajar para o iPad.
Turistas de Sofá: Agências de turismo têm que viajar para o iPad.: "Setenta e cinco por cento da população mundial escolhe a internet para pesquisar viagens, indica estudo internacional. Agências de turismo t..."
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Turistas de Sofá
Se acredita que todos podemos colaborar para sair da crise, que existem oportunidades, que podemos contagiar de confiança com o nosso exemplo e compromisso, participe neste movimento.
Junte-se a este DESAFIO. Boas Idéias Movem o Mundo
Desafio: 1ª Idéia - 1 Negócio - 1ª Empresa. Participe!
A idéia está aqui: Turistas de Sofá
A maior agência de turismo do mundo. O seu sofá. Turismo participativo.
Estamos a criar a maior rede mundial para fazer contactos entre viajantes.
Com esta página, pretende-se oferecer a todos aqueles que estão directa ou indirectamente ligados ao Turismo, uma vasta gama de informações e notícias, quer nacionais, quer internacionais.
A equipa de colaboradores integra um excelente painel de profissionais, considerados "experts" nas suas áreas.
Junte-se a esta idéia! Facebook A maior comunidade de turistas do mundo.
“Nós podemos fazer isso acontecer”.
Junte-se a este DESAFIO. Boas Idéias Movem o Mundo
Desafio: 1ª Idéia - 1 Negócio - 1ª Empresa. Participe!
A idéia está aqui: Turistas de Sofá
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Estamos a criar a maior rede mundial para fazer contactos entre viajantes.
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“Nós podemos fazer isso acontecer”.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Regresso ao Campo - (Re)povoar o meio rural
Agricultores de Sofá: Regresso ao Campo - (Re)povoar o meio rural: "Como é a vida dos neo-rurais portugueses? Porque se decide ir viver para o campo?... Um documentário de Paulo Silva Costa, na RTP1 João ..."
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Os jornalistas não param
Geeks de Sofá: Os jornalistas não param: "Os jornalistas não param - algumas vezes com uma dose de demagogia, é certo - de fazer simulações sobre o novo orçamento, chamar a atençã..."
sábado, 16 de outubro de 2010
Geeks de Sofá: POEMA da 'MENTE'...
Geeks de Sofá: POEMA da 'MENTE'...: "Há um primeiro-ministro que mente, Mente de corpo e alma, completa/mente. E mente de modo tão pungente Que a gente acha que ele, mente since..."
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Ser dono dos teus segundos
João Monge Ferreira: Ser dono dos teus segundos: "'Eu não sei o que o futuro possui, mas sei quem possui o futuro.' Ralph Abernathy O meu futuro não é destinado, é construído. Pelo ..."
domingo, 12 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Cuidar do sonho
João Monge Ferreira: Cuidar do sonho: "'O poder da reflexão é o poder do agricultor. Depois de semear, cuida e protege.' Fazer um plano é simples, segui-lo também. Mas veri..."
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos.
João Monge Ferreira: Faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos.: "'É fácil aumentar a auto-estima: realize coisas boas e lembre-se de tê-las realizado. Você é demais!' Lisa Engelhardt É tudo uma ques..."
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Portugal sem Prozac
Movimento cívico de cidadãos para um Portugal melhor.
Sem depressões nem complicações.
Está na altura de parar, pensar, comunicar e agir de forma diferente. Sem Xanax nem Prozac.
Junte-se a nós!
Sem depressões nem complicações.
Está na altura de parar, pensar, comunicar e agir de forma diferente. Sem Xanax nem Prozac.
Junte-se a nós!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
A falência do dinheiro, dos valores e do brio ou simplesmente um serviço público chamado CTT
Há muito pouca coisa a funcionar neste país. E uma das coisas que não funciona é a cabeça das pessoas que estão atrás dos balcões ou à frente das grandes empresas. O desleixo, a falta de brio e de profissionalismo e a absoluta incompetência da maioria dos quadros e responsáveis faz com que vivamos num país anacrónico, onde se acha que temos que ter todas as melhores tecnologias que existem no Mundo, mas onde nada ou quase nada funciona.
Os Vales Postais são um método muito antigo de pagamento e recurso de muita gente que não possui cheques bancários ou métodos electrónicos de pagamentos. Há uma geração que ainda privilegia este método e muita outra gente como eu que – nunca o tenha usado para pagar – às vezes leva com ele para receber.
Os CTT funcionam como uma entidade financeira, que emite “cheques” de valores e que, inclusivamente, vende valores mobiliários, como certificados de aforro. Espera-se, por isso, que, tal e qual num banco, quando nos dirigimos ao balcão nos seja “descontado” o cheque que levamos, trocando aquele papel por notas e moedas.
Contudo, ontem, quando me dirigi aos CTT do NorteShopping, no Porto, deparei com o aviso que o meu BlackBerry registou, colocado logo à entrada na máquina que dispensa os tickets: “não temos dinheiro para pagamento de vales”.
Numa altura em que os CTT estão à beira da privatização, posso perguntar-me o que aconteceria às acções do CTT ou de um banco cotado em bolsa no dia em que um papel fosse colocado na entrada de um balcão importante dizendo: “não temos dinheiro”.
Se a mensagem é, em si, grave e preocupante no seu conteúdo técnico – “não temos dinheiro” – a sua forma não deixa de ser igualmente preocupante e de ter um significado profundo. Não é que os CTT não tenham apenas dinheiro para pagar os valores que se comprometem a pagar pelos vales que emitem, é também a ligeireza e falta de respeito com que esse facto grave e incompreensível é comunicado a quem tem o direito a esse dinheiro.
A forma da mensagem e o local onde está colocada é muito equivalente a um aviso que um caloteiro eventualmente possa colocar na sua porta dizendo “desamparem-me a loja que eu não pago”.
Claro que em Portugal vivemos anestesiados pelas incompetências mútuas e inebriados pelo laxismo, falta de brio, amadorismo e maus exemplos que vêm de cima – mesmo de cima, a começar na classe política, com especial incidência no Governo –, mas em países onde a consciência colectiva e o sentido do que é o Estado ainda existisse, alguém naquela loja pegaria numa cadeira e daria com ela na cabeça do energúmeno(a) que escreveu tal mensagem, sem explicações e sem sequer um “desculpe” ou mesmo sem se dar ao trabalho de começar a frase por letra grande e terminar com um ponto final.
Se estou a incitar á violência? Não, estou apenas farto de um país amorfo onde a falta de brio, de vontade e até de amor próprio tomou conta de quase todas as almas e onde as chefias, direcções e administrações de organizações desta importância, apenas se preocupam em como vão aldrabar a gente, carregando nos selos, nos serviços, nos preços ou nas taxas, por forma a apresentarem lucro e… no Natal, receberem mais uns milhões de prémio.
Os Vales Postais são um método muito antigo de pagamento e recurso de muita gente que não possui cheques bancários ou métodos electrónicos de pagamentos. Há uma geração que ainda privilegia este método e muita outra gente como eu que – nunca o tenha usado para pagar – às vezes leva com ele para receber.
Os CTT funcionam como uma entidade financeira, que emite “cheques” de valores e que, inclusivamente, vende valores mobiliários, como certificados de aforro. Espera-se, por isso, que, tal e qual num banco, quando nos dirigimos ao balcão nos seja “descontado” o cheque que levamos, trocando aquele papel por notas e moedas.
Contudo, ontem, quando me dirigi aos CTT do NorteShopping, no Porto, deparei com o aviso que o meu BlackBerry registou, colocado logo à entrada na máquina que dispensa os tickets: “não temos dinheiro para pagamento de vales”.
Numa altura em que os CTT estão à beira da privatização, posso perguntar-me o que aconteceria às acções do CTT ou de um banco cotado em bolsa no dia em que um papel fosse colocado na entrada de um balcão importante dizendo: “não temos dinheiro”.
Se a mensagem é, em si, grave e preocupante no seu conteúdo técnico – “não temos dinheiro” – a sua forma não deixa de ser igualmente preocupante e de ter um significado profundo. Não é que os CTT não tenham apenas dinheiro para pagar os valores que se comprometem a pagar pelos vales que emitem, é também a ligeireza e falta de respeito com que esse facto grave e incompreensível é comunicado a quem tem o direito a esse dinheiro.
A forma da mensagem e o local onde está colocada é muito equivalente a um aviso que um caloteiro eventualmente possa colocar na sua porta dizendo “desamparem-me a loja que eu não pago”.
Claro que em Portugal vivemos anestesiados pelas incompetências mútuas e inebriados pelo laxismo, falta de brio, amadorismo e maus exemplos que vêm de cima – mesmo de cima, a começar na classe política, com especial incidência no Governo –, mas em países onde a consciência colectiva e o sentido do que é o Estado ainda existisse, alguém naquela loja pegaria numa cadeira e daria com ela na cabeça do energúmeno(a) que escreveu tal mensagem, sem explicações e sem sequer um “desculpe” ou mesmo sem se dar ao trabalho de começar a frase por letra grande e terminar com um ponto final.
Se estou a incitar á violência? Não, estou apenas farto de um país amorfo onde a falta de brio, de vontade e até de amor próprio tomou conta de quase todas as almas e onde as chefias, direcções e administrações de organizações desta importância, apenas se preocupam em como vão aldrabar a gente, carregando nos selos, nos serviços, nos preços ou nas taxas, por forma a apresentarem lucro e… no Natal, receberem mais uns milhões de prémio.
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CTT
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Não há nada mais nobre que sair da pobreza
João Monge Ferreira: Não há nada mais nobre que sair da pobreza: "'A pobreza é romanceada somente por idiotas.' J. K. Rowling Qualquer pessoa tem uma ideia pré-concebida acerca do dinheiro, da riqueza..."
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Governantes
Geeks de Sofá: Governantes: "“Percebo que os governantes tentem incutir o máximo de confiança nos agentes, mas também percebo que os governantes não devem faltar à verda..."
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