João Monge Ferreira: Alentejo sempre: "E as pessoas do Alentejo, e a comida do Alentejo, e as sestas depois do almoço que sabem melhor no Alentejo, e as praias da costa vicentina,..."
A maior agência de notícias do mundo. O seu sofá. Jornalismo participativo. Produzido por cidadãos sem formação jornalística, em colaboração com jornalistas profissionais.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Geeks de Sofá: Cedo demais
Geeks de Sofá: Cedo demais: "A beleza do mundo tem duas margens, uma do riso e outra da angústia. Até sempre... António Feio"
Geeks de Sofá: Contra a estupidez
Geeks de Sofá: Contra a estupidez: "«Contra a estupidez os próprios deuses lutam em vão» Do Código de Direito Canónico reza: «a Igreja tem o direito originário de exigir dos..."
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Alentejo
Palavra mágica que começa no Além e termina no Tejo, o rio da portugalidade. O rio que divide e une Portugal e que à semelhança do Homem Português, fugiu de Espanha à procura do mar.
O Alentejo molda o carácter de um homem. A solidão e a quietude da planície dão-lhe a espiritualidade, a tranquilidade e a paciência do monge; as amplitudes térmicas e a agressividade da charneca dão-lhe a resistência física, a rusticidade, a coragem e o temperamento do guerreiro. Não é alentejano quem quer. Ser alentejano não é um dote, é um dom. Não se nasce alentejano, é-se alentejano.
Portugal nasceu no Norte mas foi no Alentejo que se fez Homem. Guimarães é o berço da Nacionalidade, Évora é o berço do Império Português. Não foi por acaso que D. João II se teve de refugiar em Évora para descobrir a Índia. No meio das montanhas e das serras um homem tem as vistas curtas; só no coração do Alentejo, um homem consegue ver ao longe.
Mas foi preciso Bartolomeu Dias regressar ao reino depois de dobrar o Cabo das Tormentas, sem conseguir chegar à Índia para D. João II perceber que só o costado de um alentejano conseguia suportar com o peso de um empreendimento daquele vulto. Aquilo que para o homem comum fica muito longe, para um alentejano fica já ali. Para um alentejano não há longe, nem distância porque só um alentejano percebe intuitivamente que a vida não é uma corrida de velocidade, mas uma corrida de resistência onde a tartaruga leva sempre a melhor sobre a lebre.
Foi, por esta razão, que D. Manuel decidiu entregar a chefia da armada decisiva a Vasco da Gama. Mais de dois anos no mar… E, quando regressou, ao perguntar-lhe se a Índia era longe, Vasco da Gama respondeu: «Não, é já ali.». O fim do mundo, afinal, ficava ao virar da esquina.
Para um alentejano, o caminho faz-se caminhando e só é longe o sítio onde não se chega sem parar de andar. E Vasco da Gama limitou-se a continuar a andar onde Bartolomeu Dias tinha parado. O problema de Portugal é precisamente este: muitos Bartolomeu Dias e poucos Vasco da Gama. Demasiada gente que não consegue terminar o que começa, que desiste quando a glória está perto e o mais difícil já foi feito. Ou seja, muitos portugueses e poucos alentejanos.
D. Nuno Álvares Pereira, aliás, já tinha percebido isso. Caso contrário, não teria partido tão confiante para Aljubarrota. D. Nuno sabia bem que uma batalha não se decide pela quantidade mas pela qualidade dos combatentes. É certo que o Rei de Castela contava com um poderoso exército composto por espanhóis e portugueses, mas o Mestre de Avis tinha a vantagem de contar com meia-dúzia de alentejanos. Não se estranha, assim, a resposta de D. Nuno aos seus irmãos, quando o tentaram convencer a mudar de campo com o argumento da desproporção numérica: «Vocês são muitos? O que é que isso interessa se os alentejanos estão do nosso lado?»
Mas os alentejanos não servem só as grandes causas, nem servem só para as grandes guerras. Não há como um alentejano para desfrutar plenamente dos mais simples prazeres da vida. Por isso, se diz que Deus fez a mulher para ser a companheira do homem. Mas, depois, teve de fazer os alentejanos para que as mulheres também tivessem algum prazer. Na cama e na mesa, um alentejano nunca tem pressa. Daí a resposta de Eva a Adão quando este, intrigado, lhe perguntou o que é que o alentejano tinha que ele não tinha: «Tem tempo e tu tens pressa.» Quem anda sempre a correr, não chega a lado nenhum. E muito menos ao coração de uma mulher. Andar a correr é um problema que os alentejanos, graças a Deus, não têm. Até porque os alentejanos e o Alentejo foram feitos ao sétimo dia, precisamente o dia que Deus tirou para descansar.
E até nas anedotas, os alentejanos revelam a sua superioridade humana e intelectual. Os brancos contam anedotas dos pretos, os brasileiros dos portugueses, os franceses dos argelinos… só os alentejanos contam e inventam anedotas sobre si próprios. E divertem-se imenso, ao mesmo tempo que servem de espelho a quem as ouve.
Mas para que uma pessoa se ria de si própria não basta ser ridícula porque ridículos todos somos. É necessário ter sentido de humor. Só que isso é um extra só disponível nos seres humanos topo de gama.
Não se confunda, no entanto, sentido de humor com alarvice. O sentido de humor é um dom da inteligência; a alarvice é o tique da gente bronca e mesquinha. Enquanto o alarve se diverte com as desgraças alheias, quem tem sentido de humor ri-se de si próprio. Não há maior honra do que ser objecto de uma boa gargalhada. O sentido de humor humaniza as pessoas, enquanto a alarvice diminui-as. Se Hitler e Estaline se rissem de si próprios, nunca teriam sido as bestas que foram.
E as anedotas alentejanas são autênticas pérolas de humor: curtas, incisivas, inteligentes e desconcertantes, revelando um sentido de observação, um sentido crítico e um poder de síntese notáveis.
Não resisto a contar a minha anedota preferida. Num dia em que chovia muito, o revisor do comboio entrou numa carruagem onde só havia um passageiro. Por sinal, um alentejano que estava todo molhado, em virtude de estar sentado num lugar junto a uma janela aberta. «Ó amigo, por que é que não fecha a janela?», perguntou-lhe o revisor. «Isso queria eu, mas a janela está estragada.», respondeu o alentejano. «Então por que é que não troca de lugar?» «Eu trocar, trocava… mas com quem?»
Como bom alentejano que me prezo de ser, deixei o melhor para o fim. O Alentejo, como todos sabemos, é o único sítio do mundo onde não é castigo uma pessoa ficar a pão e água. Água é aquilo por que qualquer alentejano anseia. E o pão… Mas há melhor iguaria do que o pão alentejano? O pão alentejano come-se com tudo e com nada. É aperitivo, refeição e sobremesa. E é o único pão do mundo que não tem pressa de ser comido. É tão bom no primeiro dia como no dia seguinte ou no fim da semana. Só quem come o pão alentejano está habilitado para entender o mistério da fé. Comê-lo faz-nos subir ao Céu!
É por tudo isto que, sempre que passeio pela charneca numa noite quente de verão ou sinto no rosto o frio cortante das manhãs de Inverno, dou graças a Deus por ser alentejano. Que maior bênção poderia um homem almejar?
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terça-feira, 27 de julho de 2010
Geeks de Sofá: Deus ajuda quem cedo madruga
Geeks de Sofá: Deus ajuda quem cedo madruga: "'Deus ajuda quem cedo madruga.' Mesmo se isso fosse verdade, não compensaria o sacrifício. Temos o Espirito Santo!"
Geeks de Sofá: Posições ideológicas
Geeks de Sofá: Posições ideológicas: "Larissa Riquelme, a mais famosa adepta do Paraguai, já não vai correr nua pelas ruas. A modelo paraguaia era praticamente desconhecida até..."
domingo, 11 de julho de 2010
Geeks de Sofá
Estratégia... pisca pisca
Na semana em que virou o discurso à esquerda, o primeiro-ministro, José Sócrates, voltou ontem a insistir na defesa do Estado social e contra a direita, mas as estratégias de Sócrates e Passos passam por Portas.
Na semana em que virou o discurso à esquerda, o primeiro-ministro, José Sócrates, voltou ontem a insistir na defesa do Estado social e contra a direita, mas as estratégias de Sócrates e Passos passam por Portas.
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terça-feira, 6 de julho de 2010
Geeks de Sofá
Somos amistosos e curiosos, inteligentes e irreverentes, engraçados e atarefados, brincalhões e trapalhões, optimistas e saudosistas, pensativos e cognitivos, ingénuos e ténuos, divertidos e vividos, sabichões e amigalhões, honestos e lestos, vaidosos e afectuosos, empenhados e assanhados, extravagantes e acutilantes, compreensivos e objectivos, sociáveis e admiráveis, distraídos e agradecidos, orgulhosos e atenciosos, pacatos e sensatos. Mas... atenção! Não nos comam!
Geeks de Sofá
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
Brasil fora do Mundial
Um Brasil "Dunga" e uma Holanda mecânica q.b. A selecção "canarinha" perdeu esta tarde por 2-1 e está fora do Mundial 2010.
domingo, 13 de junho de 2010
o que me toca o coração, é saber que apesar de tudo neste país há gente de muito bom coração.-rt_action
--Os tempos estão muito difíceis e nem precisamos de políticos espevitados para no-lo fazerem lembrar. Sabemos e vivemos estes tempos em que uns vivem melhor que outros mas em que felizmente muito se lembram de muitos outros.
Portugal sempre foi um País de gente muito boa e de muito bom coração.
Gente capaz de se unir e de levar em frente projectos onde a cidadania faz sentido porque solidária, não esquece o sofrimento do próximo. Uma das coisas que me encanta é essa alma portuguesa, essa quentura de espírito, essa capacidade de dar.
--Por falar em dar e em alma portuguesa , vem este poste dar a conhecer um projecto de gente muito boa , empenhada em dar aos outros ajuda e amizade.
Falo da iniciativa - Ajuda de Berço - criada por um grupo de amigos Tuiteiros que com um sorriso nos lábios e muita mas mesmo muita solidariedade da boa, decidiu abrir um site onde todos ,através de uma simples inscrição se podem juntar num jantar solidário cuja missão é angariar bens de primeira necessidade dirigidos a crianças de tenra idade.
A Ajuda de Berço é pois mais uma demonstração de que em matéria de presença solidária, nem precisamos de avisos , nem de lições.
Todos juntos somos capazes de fazer muito.
Aqui fica pois uma chamada de atenção a quem visitar este blogue e que não conheça ainda este projecto para que entre nesta conta :- Lá poderá participar da forma que entender melhor , nesta campanha de ajuda e solidariedade que poderá trazer a tal esperança e o tal alívio que tanta falta fazem e nos fazem tão bem. Todos unidos por um sorriso feliz!
rt_action
quinta-feira, 10 de junho de 2010
e a asneirada continua:-faça férias aonde?? ah; cá dentro; então tá bem vamos todos pó palácio.
Eu sei que Cavaco é economista e que é seguramente amante de Portugal e das suas paisagens e redondezas. Acho que ele também gosta muito de carapaus alimados e isso assim e fiquei a saber pela enorme entrevista-campanha de propagando-uuups ; não se escreve propaganda que é feio; que ele sem sopinhas portuguesas não passa, no que faz muito bem que eu também não.
Mas Cavaco ás vezes não se parece com um economista.Parece-me mais com aquela senhoras que sendo donas de casa há muito tempo ; passam a olhar o mundo como se da cozinha própria se tratasse e nisto da alta política é mais com na alta cozinha; só os mestres e os que estão nos segredos é que sabem cozinhar.
Mas Cavaco ás vezes não se parece com um economista.Parece-me mais com aquela senhoras que sendo donas de casa há muito tempo ; passam a olhar o mundo como se da cozinha própria se tratasse e nisto da alta política é mais com na alta cozinha; só os mestres e os que estão nos segredos é que sabem cozinhar.
Com esta saída , do não saia de Portugal , fique cá dentro senão vai dar as divisas as estrangeiro, Cavaco silva demonstra que não só não percebe nadinha sobre as relações europeias, como ainda por cima dá da si a imagem correcta de alguém que teria servido plenamente como ministro para épocas mais salazaristas, mas com muito pouco talento para presidente de um país em aliança com as democracias europeias.
É um recado comezinho;medíocrezinho e tristinho, a revelar aquele tom cinzento dos outros tempos de um Portugal atrazado, desconfiado e glorificado num egoísmo patareco e bizonho.
Esta farpa de Vieira da silva foi bem espetada e bem merecida, esperemos que não sejam precisas mais.
sábado, 5 de junho de 2010
A histeria contagiante do futebol
Eu gosto de futebol... futebol, mesmo. Agora, ver uma TV como a SIC transmitir imagens captadas pelo telemóvel de um jornalista (chamemos-lhe assim) mostrando os jogadores da Selecção a entrar num avião, como ZERO notícia, ZERO informação e ZERO conteúdo, a que se acrescenta PÉSSIMA qualidade, é ridículo e diz muito sobre a idiotice contagiante do futebol. A mim, em lugar de me aproximar da modalidade, afasta-me. Entre o Nuno Luz e o Mrs Bean escolho o segundo. Também me faz rir mas não me revolta,
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domingo, 30 de maio de 2010
na violência não existem comparações:-a violência é toda igual apenas difere em grau.
Vem esta a propósito do professor que chamou preto a um aluno e do pai de um aluno que bateu num professor.
Como sempre houve muita notícia , muita média e muito isto e aquilo e como sempre houve os que misturaram um caso e outro para defender a tese de que se pais existem que são umas bestas , estão desculpados os professores que sejam também outras besta.
Como para mim uma besta é sempre uma besta mas diferente entre si de todas as outras, o caso parece-me digno de um poste à maneira, que eu cá de bestas não gosto mesmo nada sejam elas quais forem e estejam onde estiverem.
Claro que não é nada bonito nem desejável que os pais comecem agora a desancar professores.
Claro que é um crime e que deve ser punido.
Mas é claro também que nenhum professor tem o direito de se comportar como um racista e mais claro fica ainda que todo o acto racista é em si mesmo um acto violento e logo um crime.
Que imediatamente após a presumida agressão ao professor tenham aparecido em vários lugares várias figuras que dizendo-se professores ou ligados ao ensino numa de desculpar o acto racista do professor com a tal presumida agressão do tal pai , é totalmente inadmissível.
Nestas questões de bullying e de agressões , neste panorama em que professores obrigam alunos a fazer testes em que apenas está presente a forma absurda como certo tipo de gente se recusa a olhar o outro com a dignidade a que tem direito, independentemente da sua côr de pele, do seu estatuto religioso ou da sua opção sexual está a conduzir-nos a todos para um caminho perigoso que nada nos trará de bom e ao qual deveríamos pôr fim o mais depressa possível.
Na verdade tão violento foi o pai como o professor, com a diferença que o grau de violência de um professor é tão mais grave , quanto a sua progressão na escolaridade que obteve.
O paradigma do turismo (perdido)
Portugal tem vivido alguns históricos equívocos. Um deles, talvez o mais grave, é que somos um país de turismo. O paradigma de que o nosso “filão” está no turismo – qual jazida de petróleo em franca exploração – fez-nos acreditar em tretas muito pouco consistentes como “temos jeito” para o turismo, “somos hospitaleiros” ou “sabemos receber”. Claro que não sabemos receber. E claro que temos graves problemas para nos tornarmos num país de turismo. Antes de mais, porque não sabemos receber coisa nenhuma. As situações que vivemos em unidades hoteleiras, restaurantes, cafés ou lojas demonstram-no!
Mas há mais. Somos um país muito pouco competitivo do ponto de vista económico. O nosso turismo é francamente caro, quando comparado com o turismo de destinos concorrentes, como praias do Sul de Espanha ou da Croácia, só que estamos mais londe. Viajando pelas principais cidades europeias, vemos e sentimos nas ruas milhares de turistas que, em Portugal, rareiam. E vemos cidades cheias de diverção e actrativos que cá não existem. Poderia continuar a falar de qualificação e dos crimes urbanísticos cometidos no Algarve, que hoje hipotecam boa parte do potencial de turismo de qualidade, capaz de gerar mais-valia, que não chegamos a explorar. Mas nem sequer vou por aí. Fico-me com um exemplo da tristeza que hoje constitui a nossa forma de estar perante a coisa turística. Em Vila Nova de Gaia, Câmara Municipal, o Governo e até a União Europeia têm investido bastante (e bem) na qualificação das praias e da margem do Douro. Mas vejam. Onde ainda há poucos anos foi construído um grande equipamento designado “Cais de Gaia” – um espécie de “docas” à moda do Norte, para quem não conhece – a vista das explanadas, dos restaurantes e do passeio pedonal tem o resultado que as fotos mostram. Em lugar de vermos a paisagem única que constitui a Ribeira do Porto, as pontes, a Foz do Douro e a luz que dele emana, esbarramos com dois muros: um muro constituído por autocarros, outro muro constituído por barcos. Autocarros e barcos vazios, num sábado à tarde de Primavera. Como vazias estavam as esplanadas. Pudera!
Mas há mais. Somos um país muito pouco competitivo do ponto de vista económico. O nosso turismo é francamente caro, quando comparado com o turismo de destinos concorrentes, como praias do Sul de Espanha ou da Croácia, só que estamos mais londe. Viajando pelas principais cidades europeias, vemos e sentimos nas ruas milhares de turistas que, em Portugal, rareiam. E vemos cidades cheias de diverção e actrativos que cá não existem. Poderia continuar a falar de qualificação e dos crimes urbanísticos cometidos no Algarve, que hoje hipotecam boa parte do potencial de turismo de qualidade, capaz de gerar mais-valia, que não chegamos a explorar. Mas nem sequer vou por aí. Fico-me com um exemplo da tristeza que hoje constitui a nossa forma de estar perante a coisa turística. Em Vila Nova de Gaia, Câmara Municipal, o Governo e até a União Europeia têm investido bastante (e bem) na qualificação das praias e da margem do Douro. Mas vejam. Onde ainda há poucos anos foi construído um grande equipamento designado “Cais de Gaia” – um espécie de “docas” à moda do Norte, para quem não conhece – a vista das explanadas, dos restaurantes e do passeio pedonal tem o resultado que as fotos mostram. Em lugar de vermos a paisagem única que constitui a Ribeira do Porto, as pontes, a Foz do Douro e a luz que dele emana, esbarramos com dois muros: um muro constituído por autocarros, outro muro constituído por barcos. Autocarros e barcos vazios, num sábado à tarde de Primavera. Como vazias estavam as esplanadas. Pudera!
... e do outro lado está a paisagem!
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terça-feira, 25 de maio de 2010
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