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domingo, 23 de maio de 2010
Governação de Portugal; quem e porquê.
Hoje vivemos tempos muito perigosos, manipulados pela ditadura do dinheiro que quando assume o poder a que assistimos se transforma sempre no instrumento preferido dos políticos
votados a todo o tipo de autoritarismos.
Seja qual for a expressão desse desejo de manipulação e domínio sobre os outros, ela revela sempre o perigo de que devemos afastar-nos. E se adicionarmos esses sinais de malevolência a todos os anteriores, usados pela estratégia reprovável de constante difamação e provocação, de constante asfixia e de constante manipulação da verdadade então será mais fácil percebermos quem queremos apoiar e porquê.
É preciso que não esqueçamos de que os que estão interessados na destruição das liberdades e do estado social , são aqueles que sempre estão por detrás das manobras mais terríveis contra a democracia e a liberdade de todos.
Eu sigo o caminho do meio apoiando aquele que tenho a certeza nem mente nem é desonesto e que é verdadeiramente decente e patriota no sentido de querer proteger tanto os mais pobres como esta nossa democracia. Seguirei pois os meus instintos e as minhas convicções que até hoje nunca me enganaram :)
Seguirei pois pelo caminho do meio e do equilibrio;)) porque 25 de abril sempre e viva a democracia e a república!
a arrogância e a má fé de pacheco pereira é de bradar aos céus.mas aquele tipo é deputado??
Muitas vezes me pergunto sobre o que penso do Pacheco pereira.
É que isto do que eu penso sobre algumas pessoas, tem muitas variáveis, dependendo da forma como se portam dentro das profissões que ocupam.
Afinal de contas somos todos obrigados a trabalhar seja no que fôr para ganhar o sustento , sendo que uns são mais sérios do que outros , outros havendo até que só trabalham para o mal dos outros e esses deviam estar todos no desemprego.
Estive a acompanhar os trabalhos da Comissão de inquérito ao tal negócio que nunca existiu e que o PSD inventou para atacar o bom nome e a honra de Sócrates, nosso e deles Primeiro Ministro que eu espero e defendo; se mantenha a bem de todos nós no Governo deste País, porque sózinho mete-os a eles todos num chinelo, posto que gente que ataca com tais tácticas o que merece, é levar com um chinelo nas trombas.
Pacheco pereira que nunca conseguiu disfarçar os fortíssimos ódios e frustrações contra José sócrates - ( continuo a perguntar-me que raio terá acontecido e se não haverá por ali alguma estória de saias que nisto de saias já se sabe há sempre os que não gramam perder ) - á medida que assiste desesperado ás falhas constantes e patéticas do seu partido e das suas manhas vai ficando cada vez mais rotundo e cada vez mais odioso. Rotundo porque cada dia se apresenta mais gordo, odioso porque foi odiosa a forma como tentou aproveitar-se de escutas reconhecidamente ilegais e cujo uso foi proibido pelo seu próprio colega de partido e superior Presidente da mesma Comissão.
O facto de Pacheco pereira se arrogar a comentários sobre a matéria presente nessas escutas, o que lhe estava vedado pelos principios da mesma, insinuando que por ali estariam provas contra o Primeiro ministro, mesmo depois de todos os Superiores Magistrados deste País terem sido claros na negação de tais insinuações , todos dizendo alto e bom som que Sócrates nada tem que ver com tais estórias, é bastante significativo do modo como o Pacheco se tem vindo a rebaixar , rebaixando a política e definitivamente rebaixando os políticos do seu próprio partido.
Pacheco pereira mostrou algo muito claro ao País.
Mostrou que existe gente capaz de tudo , cuja palavra não merece o mais pequeno sinal de respeito e que não merece os cargos que ocupa.
Pacheco pereira merece; -tal como antigamente mereciam os reis , mesmo os que não prestavam para nada,-o direito a possuir um cognome .
Que o defina como pessoa e como deputado que é aquilo que ele diz que é sendo que é por esse cargo que recebe aquilo que os portugueses lhe pagam para ser, mas que eu tenho muitas dúvidas que ele seja.
Pacheco pereira merece o cognome d'O tolo - aquele que diz saber tudo quando afinal não sabe nada. Porque a sabedoria está ligada à capacidade de compreensão do espírito da verdade e não à deturpação desse mesmo espírito, pacheco pereira também está merecedor dos epítetos de manipulador e de pobre.
Porque provou ser pobre como ser humano e manipulador a serviço de interesses inconfessáveis.Desta vez e no que respeita a este comentarista de pacotilha, estou de acordo com o Medina carreira.Ele há gente que nem merece os estudos que obteve nem os cargos que lhes pagam a vidinha.
-Tragam o tal chinelo se faz favor.
sábado, 22 de maio de 2010
intervalo cultural- sobre uma retorta exemplar.
De vez em quando sabe bem escrever sobre arte.
De vez em quando , quando já estamos cansados do trabalho de fim de dia sabe bem espraiar os olhos por cousas que nos dêem prazer. Olhar outros mundos, saborear outros lugares, aprender coisas novas ou simplesmente repousar as ideias contemplando a beleza do que outros criaram.
E se há lugares onde podemos repousar e se há lugares onde a imagem nos toca em poesia, com tanta beleza e imaginação.
Consideremos uma retorta por exemplo.
Um espaço devotado ás alquimias.
Um espaço fechado ás abruptas entradas de incómodas gritarias; um lugar onde em silêncio possam desenrolar-se mistérios , aprendizagens, invenções de outros espaços e substâncias, mundos fervilhando de hipóteses futuras. Um mundo cheio de outras condensações fora dos limites do tempo e do espaço.
Uma Retorta.Um espaço de liberdade.
- As fotografias mostram cores em tons de claro escuro envolvendo a música , ou a palavra , ou um outro olhar apanhado súbitamente noutro lugar, envolvido em ritmo e vida.
O olhar perde-se por ali , nesse espaço e dança e envolve-se com esse ritmo e gosta. As fotografias têm uma linguagem própria.
Inventam momentos poéticos , únicos.
Depois estendendo-se o olhar, reiventa~se o mundo.
Depois , na retorta trabalha-se o círculo : terra-fogo-ar-água-terra, numa pulsação, num bater de coração.
E do negro para a luz nasce a Fotografia.
De Mário Pires. Uma Retorta Exemplar.
I never take an assignment for granted, and try my best to make the best photos that i possibly can, but sometimes, there are hurdles that i find it hard to overcame. This year there were three concerts that really put me to the test.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
A professora de Mirandela

«Nunca me esquecerei da minha professora de geografia do 1º ano no Liceu Pedro Nunes. Tinha umas belas pernas e, talvez por isso, fazia questão de usar sempre mini-saia. Eu e os meus colegas passávamos o tempo a tirar-lhe as coordenadas: "Olha ali, latitude 30ºS - longitude 65ºE". Era um sinal que ela tinha na coxa esquerda. Sendo o umbigo o equador, havia dias em que a mini-saia nem chegava ao trópico de Câncer. Cartografámo-la toda, o que foi óptimo, sendo ela professora de geografia. Também me lembro de uma professora de inglês a quem se aplicava bem o piropo "por ti até aprendia a falar francês". Foi o ano em que tive melhores notas a francês. A inglês nem por isso; passei as aulas todas distraído, a pensar no French kiss.»
sábado, 15 de maio de 2010
morreu saldanha sanches. para mim foi um dia triste.
A última vez que o vira havia sido salvo erro na Sic Mário crespo e não notei nada de invulgar na forma como se apresentou.Como sempre determinado e como sempre frontal, a energia transmitida por Saldanha sanches parecia a mesma de sempre; vibrante , irradiante e cheia de força. Afinal e como sempre, as coisas não estavam exactamente como pareciam.
As coisas quase nunca estão como parecem , nem mesmo quando nos parece impossivel que não estejam. Ontem súbitamente , quando estava a ler as Tuitadas amigas deparei-me com a brutalidade do real. Fiquei incrédula. Ficamos sempre incrédulos perante a morte.
Saldanha sanches morreu. Partiu.Discretamente e sem alarido, levou com ele a chama e a sua força.Vamos sentir-lhe a falta. Homens como ele não os há muitos por aqui. Deixou o seu traço e a sua vida como ponto de encontro para os que admiram a coragem e a nobreza de carácter. Nem todos podem gabar-se disso.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Um Primeiro-Ministro mitómano?
Ontem de manhã, ouvi o Primeiro-Ministro dizer que Portugal tinha sido o país que mais tinha crescido no primeiro trimestre em 2010. À noite, contudo, rezava o Papa em Fátima e jogava o Atlético de Madrid a final da Taça UEFA, recebi uma mensagem: “Notícia TVI: IVA, IRS e IRC vão subir”.
Eu, que em Maio acreditei no Primeiro-Ministro e que criei, com os parcos capitais próprios que encontrei nos meus bolsos e nos de alguns amigos, uma empresa geradora de emprego e riqueza. Eu que, afinal, não tive acesso às linhas de crédito anunciadas pelo Governo, pois essas destinavam-se apenas a empresas com mais de três anos. Eu que ajudei a baixar os números do desemprego e que contribui para o PIB. Eu que criei uma empresa que não deve um “chavo” ao Estado nem recorri ao crédito, acreditei que Portugal precisava de empreendedores e de mais-valias.
E tinha boas razões para acreditar. No discurso do Primeiro-Ministro havia sinais de confiança. Só para a Indústria Automóvel havia há um ano mil milhões de euros para manter a coisa a funcionar como estava. Para o BPN houve mais de 3 mil milhões para tapar buracos que aldrabões criaram durante anos perante a passividade do Estado. Para as energias renováveis havia incentivos e isenções de impostos. E para todo o país (leia-se, sobretudo, Lisboa) havia até o famoso investimento público, que prometia o céu às empresas nacionais, como alavanca da criação de emprego. Eram TGV’s para todo o lado, auto-estradas ao lado umas das outras e aeroportos onde já os havia. E havia ainda obras sem concurso, para tapar a urgência de arranjar escolas que o mesmo Primeiro-Ministro tinha deixado ao abandono durante quatro anos. “É preciso investir, agora que temos as contas públicas em ordem”, dizia, e acrescentava “fazemos estes investimentos para contrariar a crise PORQUE PODEMOS, pois TEMOS AS CONTAS PÚBLICAS EM ORDEM”.
Tudo se esfumou em poucos dias, afinal. Entre o discurso de há uma semana na Assembleia da República prometendo que não aumentaria impostos e o sms que ontem me chegou durante a missa do Papa e o jogo de futebol, não aconteceu nada de especial. Nem em Portugal nem nas contas públicas nem nos mercados internacionais. Ontem com aquele sms, fiquei a saber que o Primeiro-Ministro, afinal, iria passar a penalizar a mais-valia (IVA) que o meu empreendedorismo tem criado, a riqueza que a minha empresa conseguiu (IRC) e o estímulo ao trabalho e ao emprego a que tanto me incentivou (IRS).
Entre o discurso do Primeiro-Ministro na semana passada na Assembleia da República e o sms anunciando a penalização à criatividade, empreendedorismo e criação de emprego, quase nada terá acontecido de substancial nem nada novo se soube que todo o país não soubesse já. E entre Maio de 2009 e Maio de 2010, nada aconteceu a Portugal que não tenha sido previsto por Manuela Ferreira Leite. E ela disse-o e repetiu-o. Vezes sem conta! Mesmo assim, acreditei na palavra do Primeiro-Ministro!
É por isso um mistério, o que terá acontecido na cabeça do Primeiro-Ministro, entre aquele discurso na Assembleia da República, há oito dias, e a decisão ontem tomada, de subir os impostos. A não ser que acreditemos que o Primeiro-Ministro tenha finalmente percebido que mentia compulsiva e inconscientemente (qual mitómano) ao país, aos empreendedores, aos trabalhadores e até a si próprio e se tenha, subitamente, convertido à realidade, resgatado das suas próprias fantasias.
Só se assim fosse compreenderia Sócrates, enquanto mitómano agora curado e surpreendido com a realidade paralela em que viveu durante anos. Contudo, mais uma vez, algo não bate certo. Se o Primeiro-Ministro tivesse vivido de uma fantasia própria, qual inimputável agora devolvido à consciência, o seu primeiro acto ao perceber o que nos fez e no que nos tornou, não teria sido subir os impostos, mas suicidar-se.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Mitos urbanos ou gato escondido com o labo de fola?
"Por cá, dedicam-se essencialmente ao auxílio da imigração ilegal." A polícia judiciária confirma que o tráfico de droga em Portugal não tem como cabecilhas cidadãos chineses, ao contrário do que se passa, por exemplo, no Reino Unido e na Holanda.
Mas se houvesse crimes, também não seria fácil descobri-los. Por cá, as investigações assentam muitas vezes em escutas, o que leva a situações verdadeiramente caricatas. Foi o caso de uma pequena rede de prostituição em que, nas escutas telefónicas, os nomes surgiam como "pequena irmã, pequena flor, ou pequena rosa", tudo nomes que não se conseguiu ligar a pessoas. (..)
Mas as dificuldades de escuta não se ficam por aqui: os inúmeros dialectos, os sons que pronunciados de forma diferente são ideias também diferentes, associados à pouca confiança que os polícias têm nos tradutores, tornam estas acções potencialmente ineficazes, inconclusivas e frequentemente impossíveis.
Um inspector policial conta que perguntou pelo passaporte a um cidadão chinês no interior de uma loja. A resposta foi um sorriso. Nova insistência deu origem a duas palavras: "Português, pouco". "Passaporte", repetiu. Mais um sorriso e o agente desistiu. Minutos depois, uma cliente perguntou se havia resguardos para tábuas de passar a ferro. "Resguardos para tábuas, desce as escadas, segunda fila, prateleira da esquerda", retorquiu. O polícia ouviu mas não voltou atrás.(...)
Em alguns casos, foi detectado o branqueamento de capitais, mas a maior parte das investigações revela-se inconclusivas. Para alguns investigadores académicos, o silêncio da comunidade e a inexistência de interacção violenta dos chineses leva ao surgimento de mitos urbanos."»
segunda-feira, 10 de maio de 2010
TGV, Ana Paula Vitorino e as decisões avulsas do Governo
domingo, 9 de maio de 2010
Chávez compreendeu o Twitter
Questões políticas à parte (diz que abraçou o Twitter como mais "uma arma da revolução"), Chávez entendeu muito bem o segredo das redes sociais: o engagement e o diálogo.
Contrariamente a várias celebridades que se limitam a acumular milhares ou milhões de seguidores e debitar de vez em quando umas frases, sem qualquer ou muito pouca interacção com o público, Chavez decidiu responder a todos os que se lhe dirigem. As mensagens são diversas, mas a maioria parecem ser apelos para casos pessoais, como este ou mensagens de apoio (também de críticas, naturalmente).
Com cerca de 243 mil seguidores nesta data e 50 mil mensagens recebidas nas duas primeiras semanas, o "“Presidente de la República Bolivariana de Venezuela. Soldado Bolivariano, Socialista y Antiimperialista” (é esta a sua biografia no Twitter) prometeu não deixar nenhum seguidor sem resposta.
Chávez percebeu que o Twitter é uma plataforma única de comunicação, de persuasão, de gestão da reputação. Tal como os políticos e as organizações o perceberam. Mas, para ser eficaz e mobilizador, exige respostas rápidas, capacidade de diálogo e de envolvimento. A entrada nas redes sociais é, de facto, um investimento exigente e caro, que exige ser bem pensado antes de ser eleito como uma "ferramenta de marketing e comunicação".
Não sei se 200 pessoas serão um exagero, talvez não seja. O que é certo é que, tal como Chávez e as grandes organizações já perceberam, sem os recursos necessários (isto é, uma equipa dedicada e dimensionada) a presença nas redes sociais é mero folclore e sem qualquer retorno.
sábado, 8 de maio de 2010
A lamentável RTP e o Estoril Open
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Ricardo Rodrigues - o ético
terça-feira, 4 de maio de 2010
A solidariedade com a Grécia segundo Manuel Alegre
Esta declaração de Alegre, que não parece ter chocado ninguém, coloca na lama todas as 37.457 vezes em que Alegre usou a palavra “solidariedade” nos seus poemas, levando-me a questionar também quais os seus conceitos acerca de termos como “liberdade” e “fraternidade”, igualmente muito comuns nos seus escritos literários e discuros políticos, indiscriminadamente.
Que a política é um jogo de interesses, já todos sabíamos. Que Alegre não tem feito outra coisa do que tentar (mal) jogar esse jogo, também. Mas escusava de andar por aí a deitar abaixo algo que durou décadas a convencer-nos: que é um homem de convicções.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Portugal Glocal
PORTUGAL GLOCAL
Portugal Global através do local. Portugal através das pessoas existentes em países, regiões, estados ou cidades falantes da língua portuguesa.
Todos os jornalistas estão convidados.
Direito à indignação e uma citação
terça-feira, 27 de abril de 2010
e quando supunhamos poder ficar , enfim, descansados lá temos então que voltar á moura guedes.
Manuela moura guedes deve pois ter esquecido qual o seu papel nesta estória e qual a posição que ocupava quando desencadeou o processo em que Sócrates foi literalmente triturado na praça pública, por suspeições e difamações cuidadosamente preparadas visando o seu descrédito na opinião dos Portugueses.
Esqueceu que era pivot de uma estação de televisão.
Esqueceu que por diversas vezes e até bem recentemente, afirmou ter na sua mão provas contra o Primeiro ministro.Esqueceu as afirmações que fez de que a estação que serviu teria em seu poder documentos incriminatória contra Sócrates, mesmo depois de se tornar conhecido o fecho do processo Inglês que ilibava totalmente o mesmo, enquanto que em Portugal as investigações apontavam para o mesmo desfecho.
Mesmo nessa altura , continuou teimosamente a instigar, a provocar e a acusar sem provas. Agora que lhe pedem as provas que ela disse ter, diz que está surpreendida e que se sente incomodada e virando esse seu incómodo contra o Ministério público acusando-o de não estar a investigar.
Em resumo , manuela moura guedes está a tentar escapar á obrigação de prestar informações sobre os conteúdos que afirmou ter em seu poder e sobre os quais assentou os seus ataques e insinuações. Ora para quem tanto sorriu, para quem tanto ergueu a sua voz,p ara quem chamou a si tanto protagonisto na tal " defesa do direito á verdade" moura guedes está a ter um estranho comportamento.
Se o que pretende com esse comportamento é continuar com as luzes da ribalta apontadas para si, alguém devia dizer-lhe que existem certas luzes das quais mais vale ficar afastado.São luzes cruéis, demasiado potentes que acabam por revelar os nossos pontos mais fracos e das quais muitas vezes deixamos de poder defender-nos.
É que esta coisa de dizer mal das pessoas seja porque razão fôr é sempre muito perigosa.Porque há sempre um dia em que temos que prestar contas por cada palavra dita ou escrita.E nesse dia acaba sempre por começar a entrada numa outra dimensão que julgavamos impossível, mas que a tal luz cruel a que nos subtemos ilumina, sem que possamos fugir.
Eu, se fosse a manuela moura guedes , deixava de dizer mal das pessoas.
É que confundir mordacidade com sarcasmo e informação com manipulação, pode muitas vezes trazer-nos a ironia do destino e as piores consequências.

